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Exército dos Estados Unidos (U.S ARMY) tem um plano de requerimento , que todos os soldados precisam passar pelo reconhecimento facial biométrico nos pontos de checagem através do sistema Drive-Thru nas bases




O Exército quer garantir que os motoristas que entram nas bases através de postos de controle automatizados sejam, de fato, quem eles afirmam ser, e está desenvolvendo um novo sistema de câmeras biométricas para ajudar.

O ramo militar emitiu uma chamada sobre sua Pesquisa de Inovação para Pequenas Empresas, ou SBIR, um anúncio amplo da agência — um veículo de contrato usado para trabalhar com pequenas empresas em programas de desenvolvimento em fases e iterativa — buscando o design em estágio inicial para um sistema de câmeras capaz de puxar imagens utilizáveis de motoristas que se aproximam de pontos de verificação e combinam essas fotos com um banco de dados biométrico facial.

"OS RESULTADOS SERIAM EXIBIDOS AO GUARDA COM UMA FOTO DO MOTORISTA INDICANDO UM ACESSO CONCEDIDO OU RESPOSTA NEGADA A TEMPO DE PERMITIR FLUXO DE TRÁFEGO DE VEÍCULOS ININTERRUPTO PARA USUÁRIOS APROVADOS", DIZ A CHAMADA.

Para este uso específico, o Exército compararia as imagens tiradas pela câmera com uma galeria predefinida de participantes aprovados. Este método enfia a agulha entre métodos de verificação um-para-um, que comparam uma nova imagem com fotos conhecidas de uma pessoa para verificar sua identidade, e algoritmos de identificação de um a muitos, que comparam uma imagem a um amplo banco de dados em busca da identidade da pessoa.

ESSE MEIO-TERMO — USADO POR OUTRAS AGÊNCIAS GOVERNAMENTAIS, COMO A ALFÂNDEGA E PROTEÇÃO DE FRONTEIRAS PARA SEU PROGRAMA DE RECONHECIMENTO FACIAL DE ENTRADA/SAÍDA — TEM UMA TAXA DE PRECISÃO MAIOR DO QUE UM PARA MUITOS, DESDE QUE O AMBIENTE PERMITA A CAPTURA DE UMA IMAGEM UTILIZÁVEL.

Para os postos de controle automatizados do Exército, este será um fator significativo. A solução deve ser capaz de capturar com precisão uma imagem facial através de um para-brisa "em várias condições climáticas durante o dia e a noite", diz a chamada. A primeira fase durará seis meses, com um teto de US$ 259.613 por proposta.

A segunda fase inclui o desenvolvimento e demoing de um sistema protótipo em um ponto de verificação simulado construído pelo governo. Nesse ponto, o sistema deve ser capaz de identificar passageiros com uma taxa de sucesso de 100%.
A terceira fase se concentrará na implantação do sistema em instalações específicas do Exército. O BAA original inclui informações adicionais sobre as várias fases. Em um apelo separado na mesma BAA, os funcionários contratados do Exército pediram propostas para automatizar a limpeza de dados biométricos no Sistema automatizado de identificação biométrica do Departamento de Defesa, ou ABIS, o principal banco de dados biométrico utilizado pelos militares.

"GRANDE PARTE DESSA ENTRADA É DE SISTEMAS DE COLETA ANTIGOS E PRÓXIMOS E LEGADOS QUE NÃO LIMITAM ENTRADAS INCORRETAS OU LIMITAM DE FORMA SIGNIFICATIVA COM BASE NA QUALIDADE DE CAPTURA DE IMAGEM", AFIRMA A SEGUNDA CHAMADA. "POR ESSA RAZÃO, A BASE DE DADOS AUTORITÁRIA INCLUI UM GRANDE NÚMERO DE REGISTROS BIOMÉTRICOS COM ERROS, DADOS PERDIDOS OU IMAGENS DE BAIXA QUALIDADE."

O DoD está embarcando em um esforço de três a cinco anos "para primeiro, limpar os dados e, em segundo lugar, continuar a avaliar todos os dados recebidos, a fim de classificar e associar uma pontuação de qualidade de dados para todas as imagens na base de dados".

A primeira fase desse programa se concentrará em conceitos de design para ferramentas de aprendizado de máquina que possam identificar e classificar a qualidade dos dados dentro da ABIS. As fases futuras se concentrarão no desenvolvimento de protótipos de trabalho e na realinhação dos sistemas existentes para trabalhar com essa nova solução. As perguntas para ambas as chamadas devem ser feitas até o meio-dia de 4 de maio. As propostas para ambos serão aceitas até o meio-dia de 18 de maio. LEIA MAIS

FONTE: NTEB
TRADUÇÃO: BDN

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