Fórum Econômico Mundial em Davos 2026: Foi resumido pela pavimentação para a chegada do anticristo bíblico, entenda como o conselho de paz de Trump e Jared Kushner se alinha com as profecias do final dos tempos


O 56º Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum, WEF) reuniu em Davos, na Suíça, entre 19 e 23 de janeiro de 2026, líderes políticos, empresariais e representantes internacionais para debater o futuro da economia, da tecnologia, da paz e da cooperação global. Entre os temas centrais estiveram a governança global em um mundo fragmentado, tensão entre grandes potências, inteligência artificial, segurança econômica, crises humanitárias e — no centro da agenda o novo “Conselho de Paz” liderado pelos Estados Unidos sob a gestão de Donald Trump, com seu genro, Jared Corey Kushner. 



Destaques do Fórum


1. A crise geopolítica e a nova governança mundial

O Fórum discutiu como relações entre grandes poderes (EUA, China, Rússia) estão remodelando a ordem global, com muitos países buscando autonomia em cadeias de produção, energia e tecnologia. Temas como inovação responsável, desenvolvimento sustentável e cooperação econômica continuaram em pauta, embora sob a sombra de conflitos regionais e polarizações profundas.


2. O Conselho de Paz de Donald Trump: criação e controvérsias

Um dos momentos mais debatidos do Fórum foi o lançamento oficial do Conselho de Paz (Board of Peace) proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A iniciativa foi apresentada como uma nova plataforma global para resolver conflitos internacionais, com foco inicial na reconstrução da Faixa de Gaza, mas com potencial ambição de ampliar sua atuação global.


Trump afirmou que o Conselho poderia “fazer praticamente o que quiser” para promover estabilidade, sugerindo que a nova entidade poderia, em algum momento, complementar ou até rivalizar instituições como as Nações Unidas — uma visão que gera críticas de que isso enfraqueceria o sistema multilateral existente.


Diversos países convidados optaram por não aderir imediatamente, incluindo França, Reino Unido, Suécia, Dinamarca e Eslovênia — señalando desconfiança sobre o objetivo real e o alcance do Conselho.


3. A apresentação de Jared Kushner: “Nova Gaza” e Rafah

Durante o Fórum, Jared Kushner — genro de Trump e assessor sênior — apresentou um plano de reconstrução para a Faixa de Gaza baseado em princípios de mercado livre e desenvolvimento urbano audacioso. A proposta inclui a criação de zonas residenciais e de turismo costeiro, combinação de infraestrutura moderna e alto investimento privado, com a zona de Rafah como ponto de partida.


O plano, porém, foi criticado por analistas e representantes palestinos por não incluir consultas significativas à população local e por enfatizar um modelo de reconstrução que, segundo críticos, ignora as realidades humanitárias e os direitos das comunidades que vivem sob ocupação.

Alguns grupos religiosos e intérpretes de profecias bíblicas veem eventos como o Fórum de Davos de 2026 e iniciativas como o Conselho de Paz global à luz de leituras escatológicas — ou seja, como cumprimento dos sinais dos últimos tempos, e o que foi registrado na Bíblia Sagrada. 


1. O “homem da paz” ou líder mundial unificador

Várias tradições cristãs baseadas no livro de Daniel (capítulos 7 e 9) e no livro de Apocalipse (capítulos 13 e 17) mencionam a existência de um poder ou líder que promoverá “paz e segurança” em um período turbulento, unificando diversos reinos ou blocos sob uma autoridade global antes de um tempo de tribulação final.


Daniel 9:27 fala de alguém que firmará um pacto de paz por “uma semana” (interpretações variam, mas muitos associam a um período futuro de liderança global).


1 Tessalonicenses 5:3 diz: “Quando disserem: ‘Paz e segurança’, então de repente o juízo virá sobre eles…”, evidenciando que movimentos rápidos por paz mundial podem preceder tempos difíceis.


Alguns intérpretes relacionam a visão dos “10 grandes reinos” como podemos ver em Daniel 7 e Apocalipse 17 (“dez chifres” de uma besta), com a ideia de que o mundo poderia se organizar em grandes blocos econômicos ou políticos antes de um governo único mundial.


O Fórum Econômico Mundial de Davos de 2026, foi uma verdadeira pavimentação para a chegada do anticristo bíblico, o futuro líder mundial do governo único.

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