Brandon Biggs que teve visão sobrenatural Divina da primeira tentativa de assassinato contra Donald Trump, que aconteceu em 13 de Julho de 2024; Revela nova visão sobrenatural com Donald Trump sendo assassinado por um atirador russo de gorro preto, com arma de alto calibre próximo do avião presidencial nesta segunda tentativa (VÍDEO)
Brandon Dale Biggs, mais conhecido como Bradon Biggs é um pregador nas redes sociais, Neopentecostal, de Oklahoma que ganhou notoriedade, em um vídeo publicado em 14 de março de 2024 no canal Last Days (Últimos Dias) no Youtube, que revelou uma visão Divina na qual viu um ataque à vida de Donald Trump em um comício, incluindo um projétil passando perto da orelha de Trump. Biggs afirmou que Deus lhe mostrou esse evento meses antes de ele realmente acontecer. O que de fato foi confirmado 4 meses 1 dia depois.
No dia 13 de julho de 2024, durante um comício da campanha de Donald Trump em Butler, Pensilvânia (EUA), vários tiros foram disparados contra Trump enquanto ele discursava.
O atirador foi identificado pelo FBI como Thomas Matthew Crooks, um homem de 20 anos, natural de Bethel Park, Pensilvânia.
Crooks disparou de um telhado próximo, usando um rifle semiautomático estilo AR-15.
O primeiro tiro raspou a orelha direita de Trump, causando ferimento na região, enquanto outros tiros feriram e mataram pessoas na plateia.
Crooks foi morto no local por agentes de elite do Serviço Secreto dos EUA antes que pudesse continuar o ataque.
No último sábado 24 de Janeiro de 2026, Brandon Biggs, postou uma live, onde a partir de 30:55 o profeta Norte-americano, começa a falar o que Jesus lhe mostrou em visão.
Então, aqui vamos nós. Isto é o que eu vi.
O Senhor Jesus veio e me disse:
“Seu presidente (Donald Trump) está prestes a ser tirado de cena por um assassino.”
Ele disse: “Eu responsabilizo a igreja pelo que está prestes a acontecer nesta nação (Estados Unidos Da América).”
Enquanto eu estava sentado aqui, vi tudo se desenrolar diante de mim. Ele (Jesus) mostrou tudo. Os anjos estavam atrás dele. A glória entrou na minha casa. E eu comecei a gritar. Eu disse:
“Senhor, como isso aconteceu? Como isso vai acontecer? Nós oramos por esse homem. Nós intercedemos. Ficamos na brecha. Fizemos tudo.”
E Ele (Jesus) disse:
“A igreja como um todo. Você não é a igreja sozinho. O canal deles não é a igreja sozinho. A igreja como um corpo.”
Ele (Jesus) disse que o orgulho entrou no coração dele (Donald Trump).
O orgulho entrou e ele abriu uma porta por meio do conselho de pessoas ímpias, aconselhando-o sobre o que fazer em relação às nações.
E porque ele abriu essa porta por meio desses conselhos, e aquele espírito demoníaco que eu vi mexendo no cérebro dele, influenciando seus pensamentos, a igreja deveria estar orando.
E o Senhor me mostrou que decisões estavam sendo tomadas que não eram o que Ele queria. E por causa dessas decisões, uma porta estava sendo aberta para um ataque demoníaco.
Enquanto eu via isso, vi o orgulho encher o coração dele e a arrogância começar a entrar. Vi uma cobertura que não o protegia pela frente.
Ele (Donald Trump) estava descendo, parecia algo como o avião presidencial. E eu vi um homem (atirador), bem distante, com uma arma de grande calibre, com uma mira enorme. Ele (atirador) usava um gorro preto, camisa preta, calça preta e botas de combate pretas. Ele estava deitado de bruços, focado.
Quando vi esse incidente acontecer, vi o projétil atravessar o corpo dele (Donald Trump). Foi algo horrível. O serviço secreto nem sabia para onde ir ou como aquilo tinha acontecido. Digo a vocês, isso é muito sério para mim. É muito difícil até falar sobre isso. Mas sinto, pelo Espírito de Deus, que precisamos orar. E acredito que podemos impedir isso.
Quero dizer que sou um atalaia. E tudo o que o Senhor me mostrou foi muito preciso. Acredito que, quanto à vida desse homem, precisamos orar pela economia, orar pelas coisas que vi. Eu o amo, amo a família dele, e deixo isso muito claro. Sei que há autoridades me observando, mas isso é algo muito sério. Levei isso aos anciãos da igreja para oração. Foi exatamente isso que eu vi.
Eu trago o bom, o ruim e o feio. Sempre faço isso. Sou preciso. Não acrescento nada e não tiro nada. Mas, ao ver o que vi, vi a mira daquela arma, enorme, disparada de muito longe. Ele era treinado militarmente e era russo. Vi Macron e ele negociando, conversando, envolvendo o governo russo.
Deus, ajuda-me.
Quando isso aconteceu, vi o serviço secreto procurando em todos os lugares, sem entender de onde veio ou como aconteceu. Eles estavam em pânico. Eu vi tudo acontecer.
Imediatamente vi uma grande guerra se espalhar, e um conflito gigantesco explodir na Europa, como nunca antes. Foi uma retaliação imediata pelo que tinha acabado de acontecer com nosso líder.
Foi o mais terrível bombardeio de mísseis já visto, por causa do que foi estabelecido: se algo acontecesse com ele, haveria retaliação imediata com força brutal.
Quando isso aconteceu, vi um bombardeio como nenhuma geração jamais viu, com armas convencionais. Como eu disse, um ferimento que não seria fatal para a igreja, mas que a colocaria de lado. Isso abalaria as nações. Abalaria tudo.
Enquanto orava sobre isso, vi JD Vance caminhando entre carvalhos. Eles eram negros como ônix, todos espalhados, todos exatamente iguais, mesma largura, mesma altura. Estavam completamente estéreis, sem folhas. Pareciam queimados, como por fogo vulcânico. As árvores estavam mortas, mas todas idênticas.
Ele caminhava entre elas. Havia algo branco, como neve, cobrindo o chão. Ele usava um sobretudo preto, até a altura da panturrilha. Parecia azul-escuro, mas tudo estava em preto e branco. As árvores eram todas iguais.
Acredito que cada árvore representava um ano. Ainda estou orando para entender o significado disso, pois sei que era um símbolo.
Vi ele chegar à Casa Branca e sentar-se atrás da mesa. O olhar dele não era de sorriso nem de deboche, apenas sério.
Vi a esposa dele (Usha Vance) grávida, muito grávida. A barriga estava tão grande que aparecia sob a roupa. Ela estava atrás da porta, ouvindo a conversa do marido. Usava uma roupa que parecia hindu, rosa, com bordados e um cinto verde. Parecia algo de origem do Oriente Médio. O rosto não estava coberto.
Digo isso com muito cuidado. Não estou acusando ninguém. Apenas relato o que vi nessa visitação que tive com Jesus. Não acrescento nem retiro nada.
Vi um sofá.
Erica (Kirk) estava sentada nesse sofá. Usava um traje elegante, muito sofisticado. Ela falava com a mídia em nome da esposa dele. Dizia:
“Somos apenas amigos. Ele era amigo do meu marido, do meu falecido marido (Charlie Kirk). Sou amiga dele (JD Vance). Estou substituindo ela porque está grávida e não está falando agora.”
Ela repetia que eram apenas amigos. Erika Kirk disse que eles eram apenas amigos por 4 vezes, na sequência que estava ali apenas para cumprir uma função, como porta-voz. Parecia ocupar algum cargo na Casa Branca. Toda a mídia estava focada nela. Ela arrumava o cabelo, tirando-o do rosto com as mãos. Estava muito bem vestida.
Enquanto eu via isso, vi ele na mesa e vi Marco Rubio como o segundo. Marco Rubio estava ao lado dele. Quem assumiu a função seguinte foi Ron DeSantis, fazendo o trabalho que antes era de Marco Rubio. Todos estavam no Salão Oval.
Vi tudo isso acontecer enquanto os Estados Unidos Da América estava em grande tumulto. Parecia o inferno na terra. Vi uma tempestade intensa ao redor da Casa Branca, como nunca antes. Vi um abalo vindo sobre a nação, com uma guerra gigantesca.
Mas Jesus me disse:
“Eu responsabilizo a igreja, pois dei autoridade à igreja sobre o inimigo por meio da oração nestes últimos dias.”
Não há oração suficiente. Eles elevaram esse homem como o salvador da América.
E o Senhor disse:
“O único que pode salvar a América sou Eu. Não compartilharei minha glória com ninguém, nem mesmo com o presidente.”
Enquanto eu orava sobre isso, o peso era tão grande que eu não sabia o que fazer. Ele disse que da última vez poupou, mas agora portas foram abertas. Não seria um livramento como antes.
Vi um grande abalo vindo sobre a nação. Ele está no vale da decisão. As decisões que ele tomar agora, em relação às nações e a estes tempos finais, determinarão tudo.
O que acontecer agora, as escolhas que forem feitas, isso será decisivo para a nação. As decisões envolvendo a Groenlândia, Israel, Gaza, Irã, Cuba e outras nações. Há uma grande missão diante dele.
Mas vi outro assumir o lugar, tentando desempenhar o papel, porém seguindo a agenda globalista, envolvendo bancos e outras coisas. Isso acelerou ainda mais os tempos finais. O que estava sendo contido ultrapassou o limite. Tudo escalou rapidamente.
Trago isso a vocês com o coração pesado, pelo que vi. Tenho orado intensamente sobre isso há 4 dias. Concluiu Brandon Biggs.
Na última terça-feira 20 de Janeiro de 2026, o presidente dos EUA, Donald Trump ameaçou o Irã
O presidente dos EUA, Donald Trump, alertou o Irã na terça-feira que seu país responderia com firmeza caso Teerã agisse diante de supostas ameaças de assassinato contra ele.
"Eles não deveriam estar fazendo isso, mas deixei uma notificação. Se algo acontecer, vamos explodir todo — o país inteiro vai explodir", disse ele em entrevista ao NewsNation, respondendo a uma pergunta sobre ameaças contínuas da liderança iraniana.
Trump disse que o ex-presidente Joe Biden "deveria ter dito algo" quando declarações semelhantes foram feitas pela primeira vez, argumentando que líderes anteriores não responderam de forma contundente.
"Se eles estivessem fazendo essa ameaça a alguém, nem mesmo a um presidente, mas a alguém como fizeram comigo, eu com certeza os atacaria com muita força", disse ele.
"Tenho instruções muito firmes — se algo acontecer, eles (Irã) vão ser apagados da face da Terra", acrescentou Trump.
O Irã tem sido abalado por protestos em todo o país desde o final de dezembro, provocados pela forte desvalorização do rial, inflação disparada e altos preços dos alimentos, com manifestações se espalhando de Teerã para várias cidades.
De acordo com a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos (HRANA), sediada nos EUA, na segunda-feira, pelo menos 4.029 pessoas foram mortas, mais de 26.000 presas e mais de 5.800 ficaram feridas durante os distúrbios.
Autoridades iranianas acusaram os EUA e Israel de apoiarem o que descrevem como "manifestantes armados".
Trump ameaçou repetidamente "atacar forte" se manifestantes fossem mortos, mas depois elogiou Teerã por supostamente cancelar centenas de execuções agendadas.
