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Infelizmente ela está de volta! Gripe de Hong Kong de (1968) aparece novamente neste fim de 2021 como H3N2 com vários infectados e casos de mortes por todo o Brasil

Após um surto de casos de gripe H3N2, uma equipe especializada em epidemiologia do Ministério da Saúde vai a Rio Verde. Ao todo, o estado registrou 30 casos da doença, sendo que metade das notificações está na cidade do sudoeste goiano.



A diretora de Vigilância em Saúde do município, Marina Porto, explicou que as equipes devem chegar à cidade na manhã de terça-feira (21).


A Gripe de Hong Kong foi a terceira pandemia de gripe do século XX, em 1968, em Hong Kong. A gripe de Hong Kong ocorreu em 1968, com o aparecimento de uma nova variação maior na hemaglutinina do vírus Influenza A, que deu origem a um novo subtipo.

Os especialistas devem monitorar os casos, acompanhar e verificar as ações que estão sendo feitas para o controle do surto. Além de aplicar estratégias para controle da disseminação da doença.


O governo de Pernambuco confirmou, nesta segunda-feira (20), a primeira morte de paciente com Influenza A H3N2, que tem provocado surtos de gripe em estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia. Até essa data, o estado passou a totalizar 43 casos da doença no estado, sendo 42 diagnosticados por exame laboratorial e um por critérios clínicos, dos quais oito são graves.


Uma variante do vírus H3N2, chamada de Darwin, foi identificada em circulação no Brasil. O secretário também afirmou que ainda não se sabe se os novos casos são da variante Darwin, já que as amostras positivas serão enviadas a um laboratório de referência para sequenciamento genético.


“Tudo indica que seja [a variante Darwin]. Não era de se esperar que não chegasse influenza em Pernambuco. Até estranhávamos o fato de estar circulando influenza em outros estados e aqui não”, afirmou André Longo.


A doença é um tipo do vírus da gripe Influenza A (H3), circulante no Estado do Paraná há pelo menos cinco meses. Os dados foram apresentados numa coletiva de imprensa.


Os casos foram registrados nos municípios de Campo Largo (2), Campo Mourão, Castro (2), Cornélio Procópio, Curitiba, Guarapuava, Maringá, Paranaguá (3), Pato Branco (3), Pinhais (2), Tapira, Toledo e Resende – Rio de Janeiro (diagnosticado no município de Rio Negro, no Paraná). 


O óbito refere-se a uma mulher de 77 anos, com comorbidades, residente em Maringá. A paciente foi internada no dia 8 de dezembro, evoluindo a óbito no dia 11 do mesmo mês. Ela havia tomado a vacina contra a Influenza em outubro deste ano. 


“É importante deixar claro que o Estado não está em surto de gripe. Não há motivo para pânico”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. 


“Estes casos confirmados têm relação direta com a baixa adesão da população a vacinação, que embora não tenha sido desenvolvida para prevenir essa variante H3N2, aumenta a imunidade e dificulta a infecção pelas Síndromes Respiratórias Agudas Graves – SRAG”, explicou.


SÉRIE HISTÓRICA – O Paraná registra casos da Influenza A (H3) desde 2016, quando o sistema estadual iniciou este monitoramento com os boletins epidemiológicos. Em 2017 e 2018 a H3 foi predominante dentre as SRAG por Influenza, sendo 71,4% e 54,7% do total, respectivamente. 


Antecipação

Esses casos foram registrados até sábado (18/12). A chegada da influenza A, em Goiás, foi antecipada neste ano. Geralmente, a doença começa a ocorrer entre fevereiro e março, prolongando-se até os meses mais frios (maio e junho).


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“Habitualmente, em cada ano, temos a circulação de mais de um tipo de influenza concomitantemente, como influenza A H1N1, influenza A H3N2 e influenza B. Espera-se que o influenza tenha um comportamento sazonal e que a virulência da cepa circulante contribua para o aumento de hospitalizações e mortes”, diz a nota emitida pela SESGO.


Prevenção

Além da vacinação como forma de prevenção, o órgão recomendou, ainda, seguir medidas semelhantes ao protocolo sanitário adotado contra a Covid-19, como uso de máscara e distanciamento social.




A evolução da gripe varia conforme o organismo de cada paciente. Ao mesmo tempo que há pessoas assintomáticas, é comum a existência de outras sintomas, como: desconforto respiratório, febre, tosse, cansaço e dores no corpo.


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