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Trump e Putin travam série de embates; do aperto de mão, ao comportamento com Ângela Merkel


O já famoso aperto de mão de Donald Trump fez mais uma vítima nesta sexta-feira durante o encontro do G20 em Hamburgo. O oponente da vez foi Vladimir Putin, presidente da histórica adversária dos Estados Unidos, a Rússia, e que assim como o americano costuma cultivar uma imagem de "macho-alfa". E, de acordo com a especialista em linguagem corporal Judi James, o vencedor desse primeiro duelo foi o chefe da Casa Branca.
— Se esse aperto de mão fosse uma luta, e praticamente foi, eu daria a vitória por pontos para Trump — dissse James ao jornal "The Sun".


Apesar da postura dominante do americano, Putin não se deixou abalar e contra-atacou apontando o dedo para o americano, numa expressão corporal equivalente a uma arma, segundo a especialista. Não foi um duelo fácil, com os líderes apresentando sinais de respeito mútuo. — A distância corporal era um sinal claro da pressão sentida por ambos naquele momento. Mas, quando Putin ergueu a mão de forma quase cautelosa para o cumprimento, Trump inclinou-se para a frente com o braço estendido e ofereceu a sua com a palma virada para cima.


— A distância corporal era um sinal claro da pressão sentida por ambos naquele momento. Mas, quando Putin ergueu a mão de forma quase cautelosa para o cumprimento, Trump inclinou-se para a frente com o braço estendido e ofereceu a sua com a palma virada para cima.




Foi nesse momento que, segundo a especialista, a peleja começou a se desenhar a favor do presidente dos EUA. — Essa é uma armadilha infame de demonstração de poder, e Putin não teve outra escolha a não ser botar sua mão na arapuca. De acordo com a especialista, o chefe do Kremlin também é hábil em dominar seus oponentes quando se trata de apertos de mão — tornando a derrota de Trump ainda mais difícil ocorrer.


— Putin é adepto a demonstrações de poder, acrescentando um toque paternal em seus cumprimentos com líderes mundiais em uma tentativa de registrar seu caráter dominante.



Porém, no primeiro encontro entre os líderes de duas das maiores potências mundiais, a vitória foi mesmo americana. Os pontos a favor do republicano saíram de sua expressão mais relaxada, da inclinação para a frente buscando o oponente, e do uso das duas mãos como forma de demonstrar superioridade.




— Se Trump quis mostrar amizade e, ao mesmo tempo um status superior, eu tenho que dizer que ele ganhou desta vez. MERKEL REVIRA OS OLHOS DIANTE DE PUTIN Além do histórico aperto de mãos entre os líderes dos EUA e Rússia, outro momento chamou a atenção durante a reunião do G20 e viralizou nas redes sociais. Durante uma conversa informal, nos corredores do evento, uma câmera flagrou a chanceler federal alemã, Angela Merkel, virando os olhos pra cima, com uma expressão de impaciência e enfado, enquanto Putin gesticula e parece tentar lhe explicar algo.






O jornalista do "The Guardian", Simon Ricketts, brincou dizendo se tratar de mansplaining— expressão usada para definir situações em que homens tentam explicar algo óbvio ou já conhecido para uma mulher, como se ela não fosse capaz de entender.

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