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 Antes de falarmos sobre o Movimento Brasil Livre (O MBL) você precisa conhecer que são os seus maiores financiadores: Os Irmãos Koch. 



Sabendo disso iremos agora falar sobre os Irmãos Koch, figuras tão ocultadas dos Americanos, do que dizer dos Brasileiros. 




O MBL teve papel importantíssimo nas manifestações a favor do Impeachment de Dilma Rousseff e até hoje influencia milhões de pessoas todos os dias em seus canais de comunicação, como o JornaLivre, o canal do MamãeFalei e a página do movimento no Facebook, que tem mais de 2 milhões e meio de seguidores. Mas, apesar de ser amplamente conhecido, os mecanismos de financiamento desse grupo são mistérios na opinião pública porque o MBL nunca divulgou suas receitas, seus ganhos ou gastos.
Quando o jornal El País Brasil pediu dados financeiros internos do movimento para uma reportagem, os líderes do movimento declararam que não divulgam essas informações porque “o MBL é o movimento mais perseguido do Brasil” e não expõe seus balanços financeiros “em respeito à privacidade e integridade” de seus colaboradores, membros e doadores.
Para entendermos melhor a realidade financeira do MBL, convém explicar a origem desse movimento.
Começa em 2013, entre outras pessoas, com Fábio Ostermann e Juliano Torres, que são membros dos Estudantes pela Liberdade, a filial brasileira do movimento Students for Liberty, um grupo dos EUA muito importante para entender o que é o MBL e como esse movimento se financia.
Os Estudantes pela Liberdade e o Students for Liberty têm laços estreitos com outras organizações internacionais, como a Atlas Network, que forma uma rede entre mais de 400 organizações liberais de vários países do mundo.
O presidente da Atlas Network, Alejandro Chafuen, e Fábio Ostermann/ Foto – Reprodução


A Atlas Network também é importante nessa história toda porque ela ajuda seus parceiros com cursos, treinamentos e patrocínios “modestos” para projetos, que variam de US$ 5 mil a US$ 10 mil, chegando a US$ 20 mil em “situações raras”, segundo site da organização.
A função da Atlas não é propriamente promover ideias liberais em outros países, mas sim “nutrir”, movimentos destas nações, alinhados com o liberalismo econômico, como declarou o argentino Alejandro Chafuen, que preside a Atlas Netowrk e aparece ao lado de Fábio Ostermann em uma foto, durante uma das manifestações a favor do Impeachment de Dilma Rousseff.
No Brasil, a Atlas é parceira de vários portais e sites conhecidos, como o Instituto Liberal, o Instituto Mises, do Instituto Liberal de São Paulo e o Instituto Millenium – que tem participação de órgãos da Grande Imprensa, como Grupo Globo e Grupo Abril.
Todas estas organizações, além de outras dezenas de think tanks, ou seja, formadores de opinião, difundem ideias a favor do livre mercado, das privatizações, da redução do papel do Estado, entre outras bandeiras, e recentemente contam com apoio de artistas como Roger Flores e Lobão na divulgação de suas ideias.
Irmãos Koch
Ao contrário do que veículos da mídia alternativa costumam denunciar, não há evidências que provem que o MBL recebe dinheiro dos irmãos Koch, do ramo do petróleo.
Mas a Atlas Network e a Studens for Liberty são parcialmente financiadas por fundações dos irmãos Koch e de outros multimilionários, como John Templeton, como revelou a Agência Pública em reportagem de 2015.
Depois de entender melhor essa rede nacional e internacional de think tanks liberais que tem relação com a origem do MBL, podemos continuar com a história do movimento.
Como disse, Ostermann e Torres foram treinados e participaram de cursos de think tanks estadunidenses, como o próprio Students for Liberty e a organização Atlas Network.
Nas manifestações de 2013, eles e outros membros do Estudantes pela Liberdade queriam fazer ativismo político durante os grandes protestos de junho.
Mas eles tinham um problema sério, pois a lei dos Estados Unidos proíbe que organizações daquele país financiem movimentos ativistas de outras nações.
Ou seja: a Estudantes pela Liberdade teria problemas jurídicos nos EUA se fizesse ativismo político nas manifestações enquanto recebe verbas de organizações daquele país.
Para manter as verbas internacionais da EPL, sem perder a chance de fazer ativismo político nas ruas, Ostermann, Torres e outras pessoas envolvidas resolveram criar uma marca informal de pessoas físicas, não jurídicas, que, obviamente, era o Movimento Brasil Livre.
Criado o logo e a campanha de Facebook, os membros da Estudantes pela Liberdade participaram dos protestos de 2013 sob a marca do MBL. Conseguiram 10 mil seguidores no Facebook e quiseram continuar com o trabalho de ativismo político a favor de ideias liberais.
Foi então que Kim Kataguiri e Renan Santos entraram no grupo e deram uma guinada “incrível” no movimento, segundo Juliano Torres, introduzindo a bandeira do Impeachment da presidente da República,  Dilma Rousseff, e transformando o MBL num movimento fundamental para a derrubada da petista em 2016.
Como funcionam as Thinks Tanks, e como vem o financiamento dos Irmãos Koch para o MBL

                                             Charles Koch e seu irmão Frederick R. Koch/ Foto Reprodução
Os Irmãos Koch acusados de roubar petróleo de terras indígenas.
Compram senadores, juízes e políticos que possuam influência.
Acusados de destruir a educação nos Estados Unidos.
Desejam eliminar o salário-mínimo.
A dupla yankee está de olho na Petrobras, em bancarrota. Por coincidência, Serra é autor do recém-aprovado no Senado projeto de lei que desobriga a Petrobras de explorar no mínimo 30% em poços do pré-sal (o controle ainda é estatal, mas a mudança na lei abre brecha para operação do setor privado no futuro). Os irmãos Koch financiam o Tea Party nos EUA, a republicada Sara Palin e o instituto ‘Estudantes pela Liberdade’, similar ao Movimento Brasil Livre (MBL), financiado por eles. Um de seus contatos no Brasil é o senador Aloysio Nunes Ferreira.
Nota: O Liberalismo nasceu como doutrina político-econômica iluminista (Iluminatti) na mesma época em que o Iluminismo se alçava pelas vias esquerdistas e laicistas da Revolução Francesa, de inspiração intrinsecamente judaico-maçônica, tão burguesa que praticamente todos os banqueiros e endinheirados da época rejubilaram com a queda da Monarquia. Conclusão: não há invenção mais esquerdista do que a República. - Atualmente toda Direita política é esquerda e todas trabalham em conjunto, cumprindo uma única agenta CONRTA A POPULAÇÃO MUNDIAL. - Professor Orlando Fideli.
A Revolução Mundial e consequente ditadura global ou Nova Ordem Mundial é o desejo dos poderosos do mundo se apropriarem de todos os recursos (como, de fato, já o fizeram), matando as populações mundiais que não lhes interessassem ou que sonhassem em lhes resistir. Porém, isso não seria suficiente. Não lhes interessa apenas os recursos e riquezas. Isso é ambição. Eles querem é o poder total, um sacrifício material dos povos, antecedido pela subversão de suas mentes e corpos, tal como podemos deduzir das políticas materialistas e perversões disseminadas por suas elites na sociedade.
São instituições permanentes de pesquisa e/ou divulgação de ideias que procuram informar e influenciar instâncias governamentais e a opinião pública no que tange à adoção de determinadas políticas públicas. O modo de atuação dos think tanks costuma ser pautado por um extremo ao “ativismo ideologicamente orientado” em outro. Nesse sentido, estariam mais próximas do primeiro polo instituições de viés mais acadêmico, como a Fundação Getulio Vargas (FGV) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), e mais próximos do extremo oposto os think tanks liberais e ultraliberais que atuam no país.

Think Tanks - Um disfarce bonitinho para esquerda moderna

Os economistas que participaram do governo FHC fundaram uma think tank em 2003 no Rio de Janeiro, a Casa da Garças, que possui um ambiente tão ou mais elitista quanto aquele que permeava os think tanks fundados nas décadas anteriores. Com a preocupação de difundir o liberalismo econômico para outros públicos além das elites acadêmicas, políticas e empresariais, alvos prioritários dos think tanks, foi fundado em 2005, no Rio de Janeiro, o Instituto Millenium. Contando com o apoio organizacional e financeiro de parceiros como a Rede Globo e o jornal O Estado de S. Paulo, a divulgação das ideias liberais para um público mais amplo começou a ser financiada por George Soros (mas, ele não é esquerda?) - Não senhores, o sistema é único e visa nossa destruição.
Os ultraliberais não se preocupam apenas com questões econômicas, como o fazem os neoliberais, mas também defendem pautas liberalizantes no plano dos costumes, como a liberação do porte de armas, do aborto e da união homoafetiva e a legalização de substâncias ilícitas como a maconha, mas sem a existência de regulação estatal. Rodrigo Constantino e Hélio Beltrão, presidentes respectivamente do Instituto Liberal do Rio de Janeiro e do Instituto Mises, são apoiadores do Partido Novo, criado por João Amoêdo, executivo do Banco Itaú.
Em toda a região, sob a proteção de líderes militares levados ao poder pela força, as políticas econômicas libertárias começaram a se enraizar.
O Instituto Milenium é um organização político-empresarial bancada por líderes de grandes coorporações (Gerdau, Globo, Abril, Banco Pactual, Banco BBM, Banco CSFB, Grupo Ultra, Petropar, Odebrecht, JP Morgan, entre outras), com um fundo gerido por Armínio Fraga, que diz ter como objetivo “difundir conceitos como liberdade individual, propriedade privada, meritocracia, estado de direito, economia de mercado, democracia representativa, responsabilidade individual, eficiência e transparência.” Mas não é bem assim. Encontrar representantes da Folha de São Paulo, Organizações Globo, Grupo Abril e O Estado de São Paulo no mesmo lugar talvez não seja mera coincidência. INSTITUTO FHC.

O que é o Instituto Millenium?

Como uma imprensa esquerdista, na verdade banca, discute na verdade o mundo liberal? e tem entre seus mantenedores, quadros e etc a nata do pensamento antagónico a esquerda?
A Suzano, o Bank of America Merrill Lynch e o grupo Évora, dos irmãos Ling; -William Ling participou da fundação do Instituto de Estudos Empresariais (IEE) em 1984, que, formado por jovens líderes empresariais, organiza o Fórum desde a primeira edição; seu irmão, Wiston Ling, é fundador do Instituto Liberdade do Rio Grande do Sul; o filho, Anthony Ling, é ligado ao grupo Estudantes pela Liberdade, que criou o MBL; O relatório 2014-2015 da Students for Liberty mostra uma arrecadação de fundos impressionante: US$ 3,1 milhões comparados a apenas US$ 35,768 mil dólares obtidos em 2008, quando a organização foi fundada. -Há dois brasileiros no International Board do Students for Liberty (entre dez membros), e o relatório deste ano dedica uma página especialmente às manifestações do MBL no Brasil.
–Armínio Fraga é sua figura mais conhecida no campo econômico. Seus mantenedores são a Gerdau, a editora Abril e a Pottencial Seguradora, uma das empresas de Salim Mattar, dono da locadora de veículos Localiza, amigo pessoal de Aécio Neves
Todas as organizações compõem a rede da Atlas Network no Brasil
Os programas são realizados em parceria com outras fundações, principalmente o Cato Institute, a Charles G. Koch Charitable Foundation e o IHS, Institute of Human Studies – TODAS fundações ligadas à família Koch, uma das mais ricas do mundo. -As 11 fundações dos Koch despejaram 800 milhões de dólares nas duas últimas décadas na rede americana de fundações conservadoras. Há dois brasileiros no International Board do Students for Liberty (entre dez membros), e o relatório deste ano dedica uma página especialmente às manifestações do MBL no Brasil. A brasileira Elisa Martins, formada em Economia na Universidade de Santa Maria (RS), é a responsável pelos programas internacionais de bolsas de estudo e treinamento de lideranças jovens na Atlas Network.
O conselheiro dos narcoditadores Lula e Dilma Rousseff, o empresário dinheirista gaúcho Jorge Gerdau, junto com a cubana Yoani Sanchez, o ex-presidente chileno Sebastián Piñera e a top model liberalóide Gloria Alvarez. Dá pra confiar num quarteto desses? Do lado de Gerdau está a pseudo-oposicionista, a blogueira funcionária da ditadura cubana, Yoani Sanchez. Ela é a prova de uma falsa direita controlada a serviço do poder estabelecido pela nomenclaturas da América Latina. Yoani Sanchez, a funcionária da ditadura comunista cubana e de George Soros, padrinho da Abraji e Agência Pública. George Soros doou entre seu filho e família, $ 7.000,00 à campanha de Joe García,. Sebastián Piñera, o amiguinho dos narco-ditadores do Foro de São Paulo.

O patrono da “oposição” latino-americana é Jorge Gerdau?


O velhaco Jorge Gerdau, conselheiro da Petrobras durante o maior esquema de corrupção da história moderna da humanidade, e em sua nova fase como mentor e patrono do MBL.
O mesmo homem que foi um dos mais importantes membros do conselho de administração e finanças da Petrobras, durante o período de maior desvio de verbas da história ocidental, que levou a quebra da maior petrolífera das Américas.
Na foto aparece a Ilona Szabó, chefe do secretariado da Global Commision on Drug Policy, uma organização que defende a liberação da comercialização e uso das drogas, da Open Society de Soros. FHC é um dos comissários da organização.
Se Bolsonaro não se importa de viajar no nióbio para iludir seus eleitores, os brasileiros precisam ficar de olho no discurso do presidenciável, porque o objetivo dele é convencer as pessoas de que os índios precisam sair de suas terras para dar lugar à incrível corrida do nióbio que não existe.



Basta assistir este vídeo para que entenda melhor como funciona tudo isto nas Think Tanks. 


Boa parte, dessas informações que contei até agora estão publicadas desde 2015 numa reportagem da Agência Pública chamada “A nova roupa da Direita”, mas ninguém foi atrás de mais informações porque, como expliquei acima, parte considerável da Grande Mídia compõe esta rede de think tanks internacionais e, portanto, têm mais interesse em manter várias questões deste assunto em silêncio para não se prejudicarem também. 
Mas, blindagens à parte, já sabemos que o MBL recebe dinheiro diretamente dos irmãos Koch; e com certeza a Atlas Network e a Students for Libery já deram suas quantias significativas a este movimento.
Sabendo que os multimilionários financiam as organizações estadunidenses liberais, Atlas Network e a Students for Liberty, que a sua e vez ajudam formadores de opinião liberais mundo a fora, como o próprio MBL. Só deixa claro que o MBL se tornou uma organização de extrema importância para os Irmãos Koch, no Brasil e na América do Sul.



Assim funciona a rede de think tanks liberais.
Mas depois de nascer com ajuda de organizações internacionais, e ainda receber apoio, o movimento se desenvolveu muito e criou novos mecanismos de financiamento, numa situação que impressionou até mesmo as expectativas dos membros da Students for Liberty e da Atlas Network.
Eles passaram a vender produtos numa loja virtual, como canecas do Sérgio Moro e camisetas do movimento, além de pedir doações em programas de “filiação”, que vão de 30 a 10 mil reais por mês, segundo matéria do El País. (Isso só mostra o quanto ter enganado os verdadeiros direitistas, e Conservadores foi ainda mais lucrativo para eles.) 
Também é fato que o PMDB e PSDB cederam sua máquina partidária ao movimento durante a campanha do Impeachment e logo o MBL foi chamado por Temer para “tornar suas reformas mais palatáveis”.
Mais tarde, em 2017, a revista Piauí publicou conversas de um grupo de Whatsapp onde líderes do MBL interagem e pedem doações à executivos de médio e alto escalão do mercado financeiro. O texto diz que no grupo havia pelo menos 158 funcionários de instituições financeiras, como Banco Safra, a XP Investimentos e a Merrill Lynch. Um dos doadores, por exemplo, realizou uma transferência de R$ 15 mil ao movimento e prometeu outra no mesmo valor. (Você pode ver aqui)
Mesmo o MBL se definindo juridicamente como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, uma Oscip, que permite que doadores recebam descontos no imposto de renda pelas doações realizadas. Mostra que a maioria de seus financiamentos vem de Organizações privadas.

Além de não mostrarem quanto ganha, e quanto recebem de seus doadores internacionais, o que só mostra o quanto eles são vendidos aos Irmãos Koch. 

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