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Feministas do Pussy Riot assume invasão de campo na final da Copa na Rússia


O grupo feminista Pussy Riot reivindicou, na tarde deste domingo (15), a autoria do protesto que resultou na invasão do campo, no estádio Lujinik, onde ocorria hoje a grande final da Copa do Mundo, na Rússia – uma partida entre a seleção da França e a da Croácia. 
A manifestação aconteceu logo no início do segundo tempo do jogo, quando quatro pessoas vestidas como policiais saltaram no gramado pelo lado do gol francês e correram pelo menos metade do campo antes de serem retiradas pela equipe de segurança. O grupo feminista afirmou que a ação era contra a opressão do governo Putin frente à oposição.
A reivindicação do ato foi publicada nas redes sociais da organização. Na mensagem, as ativistas explicam a escolha da roupa policial: o protesto é contra a 'controversa' postura da polícia russa – que teria seguido o, chamado no Brasil, ' padrão Fifa '.

Afinal, durante a Copa, segundo a nota publicada pelo Pussy Riot , os policiais "observaram cuidadosamente" as regras de convívio e "assistiram gentilmente" às multidões nas ruas do país. Mas durante a rotina russa, ainda nas palavras do grupo, "perseguem prisioneiros políticos" e mostram "desprezo pelas regras".

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