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A relativização imposta goela abaixo da sociedade, quer acabar com a dualidade homem/mulher - bom/mau - certo/errado - bonito/feio. Isso irá destruir a humanidade de uma vez por todas.
Todas as histórias e conto de fadas foram recontados, dentro desse contexto, para transformar o errado no certo e o mal no bem. Por exemplo, em a “Bela Adormecida” a bruxa malvada (Malevóla) foi transformada em uma injustiçada e em uma solteirona poderosa, como um símbolo feminista autossuficiente.
O cristianismo tem sido transformado em uma mera doutrina de filantropia, esvaziada dos seus princípios essenciais, pelo ecumenismo crescente, que sob o lindo eufemismo do respeito a todas as demais religiões, vai sendo relativizado.
Tudo que se relativiza fica enfraquecido.
Nesse terreno pantanoso do relativismo desenfreado, a inversão de valores emerge impulsionado pelo enorme vazio existencial, que cresce assustadoramente na mente dos nossos adolescentes.
É um terreno apto ao caos, que venha justificar a criação urgente de uma nova ordem mundial.


No momento em que um ser humano se vê despido de seus papeis sociais, como exemplo, em um sequestro relâmpago, em que ele se torna apenas e tão-somente um organismo vivo ameaçado de extinção e disposto, a qualquer custo, a retomar a sua condição anterior, para desempenhar novamente os diversos papeis sociais que lhe conferem identidade. (Neste momento, batem em suas costas e lhe oferecem a carteirinha do Partidão – foi assim no nazismo.)
Sob a batuta de sociólogos, psicólogos e filósofos gabaritados, toda uma engenharia comportamental tem sido posta em prática, dando vozes às minorias desajustadas, para cerrarem fileiras, junto com os manipuladores da narrativa e da ocupação de espaços políticos.
Esse projeto de poder pelo poder, deseja apenas obter o monopólio do poder capitalista, político e da opinião nas mãos de uma central única sob o discurso hipócrita da vitimização e do criticismo inabalável, a pretexto da “justiça social”, como se fossem os portadores de uma procuração com amplos poderes para cobrar as injustiças cometidas.



Tudo como mera “roupagem” socialista, que é o nome revitalizado do velho e maldito comunismo, que já assassinou quase 100 milhões de opositores ao regime ao redor do mundo, na Rússia de Stalin, na China de Mao Tse Tung, na Cuba de Fidel Castro, entre outros exemplos históricos.
No contexto do “Decálogo de Lênin” e da revolução sem armas idealizada pelo filósofo italiano, Antônio Gramsci, fica evidente a tática revolucionaria da esquerda política mundial, a fim de monopolizar a opinião, imbecilizar as massas, por meio da guerra cultural, sendo avançado o estágio de ocupação ideológica pelo mundo afora.
O discurso antiético do bandido inocente diante da sociedade culpada, o monopólio da opinião sob o pretexto da liberdade de expressão, a ideologia de gênero, o feminismo, gayzismo, e todo um arcabouço cruel de inversão de todos os valores morais e éticos da sociedade, enfraquece, divide e implanta um caos a requerer uma nova ordem, que substitua a ordem atual, que é fruto da filosofia Greco/romana e dos princípios judaico/cristãos.



O mundo está dividido e as bases para um governo único socialista, dando concretude ao regime mais totalitário que o planeta já viu, torna-se de evidentes contornos, com inocentes úteis e velhacos manipuladores, trabalhando para a implantação da NOVA ORDEM MUNDIAL.

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