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O Brasil perde por dia 1 Bilhão duzentos e sessenta milhões de dólares por dia em Minérios



Diariamente o Brasil perde cerca de 1 bilhão duzentos e sessenta milhões de dólares em desvios minerais. Segundo o site Alerta Total, a denúncia já é bastante conhecida das autoridades, mas não da maioria do povo do Brasil. Por outro lado, muito embora a notícia seja antiga, infelizmente ainda hoje, é bem atual. Pois os desvios, quer dizer, os roubos na área mineral brasileira continuam, e de forma ainda mais acelerada.

Há anos se denuncia às autoridades competentes a ocorrência de SUBFATURAMENTO DE EXPORTAÇÕES DE NIÓBIO e contrabando de vários minerais estratégicos. O caso tem merecido amplo debate pelos segmentos esclarecidos da sociedade brasileira. Quem tem competência legal tem o dever de combater tais crimes, sob risco de omissão, prevaricação e traição à Pátria. O Nióbio é nosso! Mas está sendo vendido a preço extremamente abaixo do valor internacional.

INDÚSTRIA AEROESPACIAL:

Essa tecnologia não seria possível sem a aplicação do NB. Vale dizer, que sem o nióbio não existiria a indústria aeroespacial! As ogivas de foguetes transcontinentais, que são estratosféricos, são feitas de NB e revestido com terras raras. A refratariedade do NB impede que os foguetes explodam ao reentrar na atmosfera. Os eixos de turbinas supersônicas são feitos de liga de NB: liga “718”, composta por nióbio, tântalo e zircônio.

SUPERCONDUTIVIDADE:

O Nióbio tem propriedades supercondutoras de eletricidade, essa característica é, portanto, mais estratégia, que o seu emprego industrial, porque o país que domina a supercondutividade, no futuro dominará o terceiro milênio da humanidade.

A Unicamp pesquisa a supercondutividade do NB para a CBMM. Há necessidade de acompanhamento dessa atividade, sob pena de se perderem os resultados desses trabalhos, que seriam aproveitados somente pela CBMM. (Companhia Brasileira de Mineração e Mineralogia, que tem atuação multinacional, em distonia com os interesses nacionais.

RESERVAS MINERAIS

O Nióbio é encontrado em grande parte do território nacional: Norte do Paraná (Vale do Ribeira), Catalão em Goiás (Anglo Américan), Araxá MG (CBMM), São Gabriel da Cachoeira e em algumas localidades do Nordeste.

O Brasil possui 98% (noventa e oito por cento) das reservas mundiais de Nióbio. O Canadá detém 1,5% e, na África Ocidental são encontrados 0,5% dessas reservas.

O Canadá não exporta NIÓBIO, porque suas reservas são pequenas e estratégicas para aquele país.

NIÓBIO BRASILEIRO:

Apenas duas Companhias exploram o NIÓBIO: a CBMM em Araxá MG, e a Anglo Américan em Catalão GO.

A CBMM – Comp. Brasileira de Mineração e Mineralogia, controlada pelo Grupo Moreira Salles (UNIBANCO) e pela Molicorp (americana).

A Paranapanema possui reservas de NB mas não concorre com a CBMM e a Anglo American.O sócio majoritário dessa empresa, Sr.Lacomb, morreu em circunstâncias suspeitas em suposto acidente automobilístico.

A CBMM, a partir de Araxá MG, fornece 95% (noventa e cinco por cento) do nióbio ao mercado mundial.

O Estado de Minas Gerais possui 10%(dez por cento) da CBMM, todavia não influencia, como deveria, a exploração do NB de Araxá e nem a comercialização do NB.

Em razão dessa omissão dos Governos de Minas, perde o Brasil e perdem os mineiros, porque a CBMM subfatura as exportações de NIÓBIO, exportando o Minério para suas filiais em três Continentes, por US$48,00 (dólares americanos) quarenta e oito o quilo e abastece o mundo, revendendo varias ligas por até US$ 2000 dólares americanos o quilo.

Esse subfaturamento de exportações subtrai indevidamente, cerca de 100 bilhões de dólares, em média, por ano, à economia brasileira.

Essa escabrosidade ocorre há mais de 50 anos, sem que as autoridades Mineiras e Federais tomem qualquer providência.

Aliás, todo presidente “eleito” do Brasil, antes da posse, passa uma semana em Araxá, nas dependências da CBMM, que são principescas.

Fernando Henrique, em 1997, aceitou “privatizar”, por R$600.000,00 (seiscentos mil reais) a província mineral de São Gabriel da Cachoeira, que está avaliada pela CPRM em 3 trilhões de dólares. Fernando Henrique Cardoso, foi impedido de doar o nióbio de São Gabriel de Cachoeira por análises fornecidas ao Centro, que embasaram a iniciativa do Ministro do Exército à época, Gen Ex. Zenildo Lucena, que bloqueou a realização da suposta privatização. O “leilão” estava marcado para o dia 10 de agosto de 1997 e foi suspenso no dia 08 de agosto.

O Brasil é um país agrícola e mineral.

A produção agrícola está, razoavelmente, equacionada porque a segurança alimentar da Europa e da Ásia depende da nossa produção. Porém a produção mineral entretanto, se esvai em contrabando e subfaturamento de exportações.

O PIB mineral da África do Sul equivale a 35% de PIB total, o PIB mineral dos EUA é de 7% do total. O PIB mineral oficial brasileiro é de apenas 2% (dois por cento) do total. Considerando-se, informações de quadros de aposentados da CPRM, o PIB mineral real, no Brasil é de, pelo menos 25% do PIB total. São cerca de 23% (vinte e três por cento) sonegados à nossa economia,sob a olímpica e indiferente postura de autoridades federais,estaduais e municipais (Araxá).

Como o nosso PIB total é de 2 trilhões de dólares, cerca de 460 bilhões de dólares em exportações de minérios  são sonegados à economia brasileira.Portanto, diariamente, o Brasil perde cerca de 1 bilhão duzentos e sessenta milhões de dólares em desvios minerais. Devido à essa conspiração mineral, o povo brasileiro é mantido artificialmente na miséria.

Resta obstar o contrabando e o subfaturamento de exportações de minérios. Esforço a ser dispendido por civis e militares

O NIÓBIO é apenas o exemplo mais gritante, da questão mineral brasileira. Todos os minérios estratégicos são alvo de contrabando ou subfaturamento de exportações.


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