O genro e conselheiro do Presidente norte-americano Donald Trump, Jared
Kushner, encontrou-se esta quinta-feira com o primeiro-ministro
israelita, Benjamin Netanyahu, na perspetiva da apresentação do plano dos Estados Unidos para resolver o conflito israelo-palestiniano.
Jared Kushner, que esteve em Marrocos e na Jordânia antes de chegar a Israel, estava acompanhado pelo representante dos Estados Unidos para as negociações internacionais, Jason Greenblatt, e pelo emissário norte-americano para o Irão, Brian Hook.
A apresentação do plano de paz, no qual Kushner trabalha há mais de um ano, foi adiada devido às eleições israelitas de 9 de abril e os últimos desenvolvimentos em Israel poderão por novamente em questão a sua divulgação.
Perante a incapacidade de Netanyahu de formar uma coligação governamental na sequência das legislativas de abril, o parlamento israelita votou a sua dissolução menos de dois meses depois de ter sido eleito e foram marcadas novas eleições para 17 de setembro.
O plano da paz norte-americano poderá ser considerado demasiado sensível para ser apresentado durante uma nova campanha eleitoral.
O presidente Trump lamentou esta quinta-feira que os israelitas tenham de voltar às urnas em setembro, voltando a elogiar Netanyahu, que considerou "um indivíduo fantástico".
"Eles não precisam disto, a situação lá já é suficientemente complicada", adiantou.
Netanyahu não ignorou a votação do Parlamento no seu encontro com Kushner.
"Mesmo que tenhamos tido um pequeno incidente na noite passada, isso não nos deterá (...) Vamos continuar a trabalhar em conjunto. Tivemos uma reunião importante e frutuosa que fortalece a aliança" entre os Estados Unidos e Israel, disse no final do encontro com o genro de Trump.
Kushner declarou ao seu interlocutor apreciar "todos" os seus esforços para reforçar as relações entre os dois países, sublinhando que a aliança "nunca foi tão sólida".
Os dirigentes palestinianos já disseram que rejeitam o plano norte-americano, considerando que várias medidas tomadas por Trump provam uma tendência flagrante a favor de Israel, como o reconhecimento de Jerusalém como capital israelita no final de 2017.
A Casa Branca tem prevista a apresentação da componente económica do plano a 25 e 26 de junho no Bahrein.
Os esforços para uma resolução do conflito israelo-palestiniano estão num impasse desde que em 2014 falharam as tentativas nesse sentido da administração de Barack Obama.
Jared Kushner, que esteve em Marrocos e na Jordânia antes de chegar a Israel, estava acompanhado pelo representante dos Estados Unidos para as negociações internacionais, Jason Greenblatt, e pelo emissário norte-americano para o Irão, Brian Hook.
A apresentação do plano de paz, no qual Kushner trabalha há mais de um ano, foi adiada devido às eleições israelitas de 9 de abril e os últimos desenvolvimentos em Israel poderão por novamente em questão a sua divulgação.
Perante a incapacidade de Netanyahu de formar uma coligação governamental na sequência das legislativas de abril, o parlamento israelita votou a sua dissolução menos de dois meses depois de ter sido eleito e foram marcadas novas eleições para 17 de setembro.
O plano da paz norte-americano poderá ser considerado demasiado sensível para ser apresentado durante uma nova campanha eleitoral.
O presidente Trump lamentou esta quinta-feira que os israelitas tenham de voltar às urnas em setembro, voltando a elogiar Netanyahu, que considerou "um indivíduo fantástico".
"Eles não precisam disto, a situação lá já é suficientemente complicada", adiantou.
Netanyahu não ignorou a votação do Parlamento no seu encontro com Kushner.
"Mesmo que tenhamos tido um pequeno incidente na noite passada, isso não nos deterá (...) Vamos continuar a trabalhar em conjunto. Tivemos uma reunião importante e frutuosa que fortalece a aliança" entre os Estados Unidos e Israel, disse no final do encontro com o genro de Trump.
Kushner declarou ao seu interlocutor apreciar "todos" os seus esforços para reforçar as relações entre os dois países, sublinhando que a aliança "nunca foi tão sólida".
Os dirigentes palestinianos já disseram que rejeitam o plano norte-americano, considerando que várias medidas tomadas por Trump provam uma tendência flagrante a favor de Israel, como o reconhecimento de Jerusalém como capital israelita no final de 2017.
A Casa Branca tem prevista a apresentação da componente económica do plano a 25 e 26 de junho no Bahrein.
Os esforços para uma resolução do conflito israelo-palestiniano estão num impasse desde que em 2014 falharam as tentativas nesse sentido da administração de Barack Obama.
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