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PSL foi à China, mas quem trouxe a tecnologia de Reconhecimento Facial foram os filhos de Bolsonaro, vindo de Israel


A fotografia, mostra os irmãos Eduardo e Carlos Bolsonaro caminhando em Israel, ostentando camisetas de apoio ao serviço de inteligência de Israel, o Mossad e as Forças de Defesa de Israel.


A imagem circulou nas redes sociais e nos quadros de mensagens. Uma busca em fóruns como o 4Chan e pesquisas de imagens reversas revelou que a primeira versão disponível da imagem online, veio do próprio Eduardo.
Eduardo, que é membro da Câmara dos Deputados do Brasil e que, como seu pai, é filiado ao Partido Social Liberal (PSL), publicou a imagem no seu Twitter em maio 2016, por ocasião de uma visita acompanhado de familiares a Israel. "Um país do primeiro mundo que valoriza suas forças armadas e a polícia", escreveu ele na época.
Na postagem no twitter, Eduardo também marcou seu irmão Carlos, então vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro e  filiado ao Partido Social Cristão (PSC). Flávio, o terceiro dos três irmãos frutos do primeiro casamento de Bolsonaro também participou da viagem. A Viagem foi feita em 2016, e uma nova em breve irá acontecer. 

A viagem de visita a Israel pelos membros da família Bolsonaro resultou também em visitas a membros do Knesset. Na ocasião, o então católico Jair Bolsonaro e seus filhos foram até batizados por um pastor evangélico no rio Jordão. Os eleitores evangélicos do Brasil constituem um quarto do eleitorado.
Esta não é a primeira vez que Eduardo demonstra apoio a militares através de camisetas. Anteriormente, Eduardo havia causado grande “rebuliço” ao ostentar uma camiseta com o rosto do Coronel Brilhante Ustra, — um oficial de inteligência militar brasileira —  condenado por praticar e comandar sessões de tortura durante a ditadura militar instaurada no Brasil a partir dos anos 1960.
Em outro episódio, ocorrido em maio, Eduardo publicou uma caricatura controversa que afirmava demonstrar a diferença entre israelenses e palestinos. A imagem representava um soldado israelense protegendo uma mulher e uma criança, enquanto um combatente palestino se esconde atrás de uma mulher.
Finalmente, Eduardo também compartilhou uma mensagem do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, no dia da abertura da embaixada dos EUA em Jerusalém, escrevendo: "O ano que vem será a vez do Brasil".
Na época também seu pai, o presidente eleito Jair Bolsonaro, afirmou que estaria disposto a transferir a embaixada brasileira para Jerusalém acompanhando a decisão de mudar os Estados Unidos. Tal declaração foi recentemente reafirmada pelo capitão-presidente.
Enquanto isso, o filho mais velho de Bolsonaro, Flávio, estaria planejando uma nova viagem a Israel objetivando estabelecer as condições para a compra de drones militares e também de equipamentos de reconhecimento facial que poderão ser instalados em veículos de transporte público, conforme informa o Renova Média.

Flávio Bolsonaro e o Governado do Rio de Janeiro Wilson Witzel foram à Israel 
Aproveitando a tragédia proposital, na qual se tornou um sacrifício humano em Brumadinho. O Exército Israelense à mando dos Sionistas vieram ao Brasil, e trouxeram um sonar, na qual só funciona abaixo de água do mar. Eles deram uma errata tão grande, que se fosse algo sério, trariam equipamentos para resgatar pessoas na lama; Pasmem depois de 4 dias após terem chegado para ¨ajudar¨ na tragédia eles foram embora. Comprovando a tese de que as 16 toneladas de equipamento que chegaram aqui não foram referentes à tragédia em Brumadinho, mas sim referentes ao Reconhecimento Facial vindo de Israel ao Brasil. Como ¨forma de agradecimento¨ pelas visitas anteriores de Jair Bolsonaro e seu filhos à Israel. Mais esse plano irá englobar todo o mundo, a tecnocracia fará parte de um novo governo único e mundial de apenas um líder global, na qual será o anticristo.


Fica assim comprovado que o apoio e a simpatia da família Bolsonaro pelos Sionistas não é nenhuma novidade. 

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