As controvérsias de Lula, e o ódio destilado de Ana Elisa coordenadora de campanha do PT que pediu para as Igrejas serem fechadas

Bastidores da net
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Lula de 81 anos e a coordenadora Ana Elisa de 21 - Foto: Ricardo Stuckert



OS PETISTAS ESTÃO DESESPERADOS pelo declínio dia após dias, semana após semanas. Não basta terem feito um péssimo governo, com problemas graves de vários impostos, economia horrível, os preços nos supermercados, estando mais caros do que no tempo da pandemia de C-19.  


As controvérsias de Luiz Inácio Lula da Silva, antes de conhecer a sua quarta derrota e a última na sua carreira política, aos 81 anos, podem ser vistas abaixo:




 

Vale ser mencionado que o financista e pedófilo Jeffrey Edward Epstein, ganhou um CPF brasileiro, em 2003, justamente no primeiro ano de mandato do governo Lula. Depois por meio de Noam Chomsky, Epstein conseguiu se comunicar com Lula, ambos participaram através de ONGs do movimento ¨Lula Livre¨ que tirou Luiz Inácio da prisão.


O debate político brasileiro voltou a colocar em evidência declarações feitas pelo ainda presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e publicações antigas feitas por Ana Elisa, deputada militante federal eleita pelo PT em Minas Gerais. Os episódios levantam questões sobre linguagem política, respeito às mulheres, dignidade dos trabalhadores e liberdade religiosa, além de apoio velado à pedofilia.


Lula e a declaração sobre homens que agridem mulheres

Uma das controvérsias envolve a frase dita por Lula durante um comício em São Paulo, em agosto de 2022, ao abordar a violência doméstica.


Segundo reportagem da Folha de S.Paulo da epóca, Lula afirmou: “Quer bater em mulher? Vá bater em outro lugar, mas não dentro da sua casa ou no Brasil, porque nós não podemos aceitar mais isso.” 



A declaração foi criticada por adversários políticos, que utilizaram o trecho para questionar a maneira como o então candidato abordava a violência contra as mulheres.


A controvérsia está na formulação da frase: embora o discurso fosse apresentado como uma condenação à agressão, a expressão “vá bater em outro lugar” poderia ser interpretada como uma repreensão mal formulada, em vez de uma rejeição inequívoca a qualquer tipo de violência. Dando a entender que pode agredir as mulheres em outros países, não sendo no Brasil.


Em 16 de Julho de 2024, Lula disse: 



“Hoje, eu fiquei sabendo de uma notícia triste, eu fiquei sabendo que tem pesquisa, Haddad, que mostra que depois de jogo de futebol, aumenta a violência contra a mulher. Inacreditável. Se o cara é corintiano, tudo bem. Mas eu não fico nervoso quando perco, eu lamento profundamente. Então, eu queria dar os parabéns às mulheres que estão aqui,”


A fala sobre um homem negro sem dentes e a controvérsia racial



Em agosto de 2025, Lula foi alvo de críticas após relatar um episódio envolvendo uma publicação institucional que apresentava a fotografia de um homem negro sem dentes. O presidente questionou a escolha daquela imagem para representar o Brasil no exterior e descreveu o homem com a expressão “um cara sem dente, e ainda negro”.


O episódio demonstra como uma declaração destinada a contestar uma representação considerada preconceituosa pode gerar um debate adicional sobre a linguagem empregada para fazê-lo. Lula quando ainda não estava em decadência, e ainda tinha o apoio da mídia, a militância dava um jeito de ¨passar pano¨. 


A declaração sobre garis: profissão, dignidade e desigualdade social

Outra fala que ganhou repercussão envolve os profissionais responsáveis pela limpeza urbana.


Em discurso realizado em Belo Horizonte, em 29 de agosto de 2026, Lula afirmou, ao refletir sobre a desigualdade social, que a profissão de gari era uma atividade “muito pobre” e que não seria uma profissão da qual as pessoas sentissem orgulho. A declaração gerou críticas nas redes sociais, onde trechos foram divulgados como se o presidente estivesse menosprezando esses trabalhadores. 


Isso não elimina a possibilidade de críticas à escolha das palavras. A expressão utilizada pelo presidente pode ser interpretada como uma descrição da falta de reconhecimento social e das condições de oportunidade, mas, isolada do restante da fala, também pode transmitir a impressão de que a profissão tem pouco valor.


 

Internautas compararam a fala de Lula, com uma das cenas de Malhação 2004, folhetim juvenil da TV Globo que ficou no ar por 27 temporadas. Onde Letícia, que tinha o pai que trabalhava como gari, foi ridicularizada com a Miss Gari, em uma das cenas.


A distinção é relevante porque o valor de uma profissão não deve ser confundido com o prestígio social que ela recebe. Os garis exercem uma atividade indispensável à saúde pública, à higiene urbana e ao funcionamento das cidades.



A declaração sobre ajudantes gerais e a possibilidade de ter uma namorada

Outra controvérsia envolve uma fala de Lula sobre educação, emprego e relacionamentos amorosos.


Em fevereiro de 2024, o presidente afirmou, segundo a Folha de S.Paulo, que uma mulher poderia reagir negativamente ao descobrir que um homem trabalhava como ajudante geral, questionando sua capacidade de sustentar uma família.


A fala incluía o seguinte trecho:


“Nenhuma mulher quer namorar com um cara que mostra carteira profissional, qual é a sua profissão? Ajudante geral.”


Na sequência, Lula apresentou um diálogo hipotético em que a mulher questionaria como o homem conseguiria sustentar a casa e os filhos. A declaração provocou uma discussão sobre a forma como trabalhadores de ocupações operacionais são retratados no discurso político.


O ponto mais controverso é a associação entre a profissão de um homem e suas perspectivas de relacionamento. Mesmo quando o objetivo é defender a qualificação profissional e ampliar oportunidades, uma formulação desse tipo pode ser entendida como reforço da ideia de que determinados trabalhadores teriam menor valor social ou seriam menos desejáveis como parceiros.


Há também uma questão econômica: a capacidade de sustentar uma família depende de fatores como remuneração, estabilidade, custo de vida e acesso a oportunidades, e não apenas do nome atribuído a uma ocupação.



O debate, assim, reúne duas questões diferentes: a defesa legítima da formação educacional e o risco de apresentar trabalhadores de determinadas profissões como pessoas com menos perspectivas de construir uma família.





Ana Elisa, os antigos tweets e a polêmica sobre o fechamento de igrejas


A repercussão envolvendo Ana Elisa, deputada federal eleita pelo PT de Minas Gerais, acrescentou uma nova dimensão ao debate político.


Em outubro de 2026, publicações antigas feitas por ela foram recuperadas e passaram a circular nas redes sociais. 


Veja abaixo:

















Apoiando pedofilia praticada pela amiga: 





A repercussão política e religiosa

A controvérsia colocou em discussão a relação entre representantes do PT, a liberdade religiosa e o respeito às comunidades cristãs.


Para críticos da parlamentar, publicações que sugerem hostilidade às igrejas podem levantar dúvidas sobre sua postura em relação à liberdade de culto e à convivência entre diferentes crenças. Sem contar o ódio racial à homens e mulheres brancos. Além de ter acobertado a amiga que estava praticando possível pedofilia, caso não houve consentimento do garoto de 13 anos. Ana Elisa foi um mais catalisador de declínio para Lula. 


Mais controvérsias do petista de 81 anos


A fala sobre a jovem negra e o batuque de tambor


Em 2 de fevereiro de 2024, durante um evento na fábrica da Volkswagen, em São Bernardo do Campo (SP), Lula fez uma declaração racista sobre Luiza Eduarda Leôncio, uma jovem negra que trabalhava na empresa e havia sido premiada por seu desempenho profissional.


Ao tentar adivinhar qual era a profissão da jovem, Lula afirmou:


 

“Porque uma afrodescendente assim gosta de um batuque de um tambor.”


A controvérsia está na associação entre a identidade racial da jovem e uma suposta preferência musical. Críticos consideraram a fala estereotipada, argumentando que ela relacionava a origem racial da mulher a uma característica cultural presumida.


 

 “Pobre não nasceu para estudar”: a declaração sobre educação e desigualdade


Em 16 de janeiro de 2026, um trecho de discurso de Lula na Casa da Moeda, no Rio de Janeiro, começou a circular nas redes sociais com frases como “pobre nasceu para trabalhar” e “estudar é para filho de rico”. Afinal o PT, precisa de pessoas que não evoluam, para conseguir votos. 


A fala sobre “tomar toque desde pequena” e a acusação de apologia à pedofilia


 

Outra controvérsia surgiu após uma fala de Lula sobre exames de prevenção ao câncer de próstata, na qual ele comparou a experiência das mulheres com os exames médicos à resistência de alguns homens ao exame de toque retal. Porém o uso das palavras ficou claro uma apologia que as mulheres estão acostumadas a levar toques desde muito novas. 


Entrevista ao Flow Podcast: Lula propõe limitar a quantidade de cartões de crédito


Em 1º de outubro de 2026, durante entrevista ao Flow Podcast, Lula abordou o endividamento das famílias brasileiras e criticou os juros cobrados no cartão de crédito.




Segundo reportagem da CNN Brasil, publicada em 2 de outubro, o presidente afirmou que o governo discutia com o Banco Central a possibilidade de proibir os bancos de concederem mais de um cartão de crédito por pessoa. 


A proposta provocou um debate sobre a relação entre proteção financeira e liberdade de escolha dos consumidores.


O argumento apresentado por Lula foi o de que a oferta indiscriminada de cartões e os juros elevados podem contribuir para o endividamento das famílias. Ele classificou as taxas do crédito rotativo como abusivas e defendeu medidas para enfrentar o problema.


A questão levantada pelos críticos é se limitar o número de cartões por pessoa seria uma resposta inadequada. Consumidores podem utilizar cartões diferentes para organizar despesas, obter benefícios, separar gastos profissionais e pessoais ou administrar limites de crédito.


Uma eventual restrição também exigiria esclarecer como seria aplicada, quais exceções seriam admitidas e de que maneira afetaria pessoas com diferentes necessidades financeiras. Um caos econômico.


A discussão não se resume, portanto, à intenção de reduzir o endividamento. Envolve também a autonomia dos consumidores, a concorrência entre instituições financeiras e os instrumentos regulatórios utilizados pelo Estado tendo ainda mais controle social sobre a população.


O uso da palavra “crioulo” pelo PT e a discussão sobre racismo


PT Brasil no X: "@Omardeideais @Ftc08 ainda há tempo já diria o criolo" / X


Outro ponto levantado é o uso da palavra “crioulo” em um tweet feito pelo Partido dos Trabalhadores no Twitter/X, sem referência explícita ao rapper Criolo.


A questão merece atenção porque o termo possui uma história associada à escravidão, à hierarquia racial e a usos potencialmente ofensivos. Ao mesmo tempo, Criolo é o nome artístico do rapper e cantor brasileiro Kleber Cavalcante Gomes.


A bandeira do Brasil amassada por Lula em São Bernardo do Campo/SP: o que mostram as imagens de 4 de outubro de 2026


No domingo, 4 de outubro de 2026, Lula votou em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Depois da votação, imagens do presidente segurando uma bandeira brasileira ao lado de Geraldo Alckmin circularam nas redes sociais acompanhadas de que amassou a bandeira e jogado o símbolo nacional no chão. Que somente só foi pelo fotógrafo Ricardo Stuckert tempos depois.



O Brasil não continuar à mercê de tais pessoas, que em sua maioria representam o que há de pior para a sociedade, chegou a hora de toda a população eliminar de vez o PT (o partido dos falsos trabalhadores) que se tornou partido das trevas. Faltam 2 semanas, 2 Domingos para tal.

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