Soledad Miller e Michael Edward Miller: Casal que roubou amostras dos vírus H1N1 e H3N2 de Laboratório da Unicamp, tem vínculos com a USAID e a ONE HEALTH da Família Rockfeller


A Polícia Federal (PF) abriu um inquérito e realizou prisões relacionadas ao desaparecimento e à movimentação irregular de amostras de material biológico armazenadas em laboratório de virologia da Unicamp. A investigação teve grande repercussão no meio científico e na imprensa após a prisão de uma professora universitária, seguida pela sua posterior liberação com medidas cautelares pela Justiça.


O que aconteceu: investigação e prisão


No dia 13 de fevereiro de 2026, responsáveis pelo Laboratório de Virologia e Biotecnologia Aplicada do Instituto de Biologia da Unicamp comunicaram às autoridades o desaparecimento de amostras virais que estavam sob custódia da instituição. A investigação foi iniciada pela Polícia Federal, que passou a apurar o caso como furto de material biológico protegido por normas de biossegurança federal.


Após investigação, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão e prendeu em flagrante, no dia 23 de março de 2026, a professora Soledad Palameta Miller, sob suspeita de furtar essas amostras e movê‑las irregularmente dentro do campus universitário.


As amostras foram posteriormente localizadas pela PF em freezers em outros laboratórios da Unicamp e até descartadas em lixeiras, indicando que parte do material havia sido movimentada sem autorização.



Quem é a professora que foi detida e liberada

Soledad Palameta Miller tem 36 anos se converteu ao judaísmo quando casou com o marido dela, Michael Edward Miller, e atua como professora doutora na Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp, com formação em biotecnologia pela Universidade Nacional de Rosario (Argentina) e doutorado em Ciências na área de Fármacos, Medicamentos e Insumos para Saúde pela Unicamp.


Segundo a investigação, ela teria usado a sua influência, inclusive com o auxílio de terceiros, para acessar áreas restritas do laboratório de virologia para retirar os materiais, mesmo sem ter acesso formal a esses espaços.


Prisão, liberdade e medidas judiciais


Após sua prisão em flagrante, Soledad Miller foi encaminhada à Penitenciária Feminina de Mogi Guaçu (SP). No dia 24 de março de 2026, durante audiência de custódia, a Justiça Federal concedeu liberdade provisória à professora.


A defesa conseguiu a soltura sob medidas cautelares que incluem:


Proibição de acessar os laboratórios da Unicamp envolvidos na investigação;

Proibição de deixar o país sem autorização judicial;

Outras restrições determinadas pela Vara Federal de Campinas.


O processo está sob sigilo judicial, mas pode resultar em acusações que variam de furto qualificado a transporte irregular de organismo geneticamente modificado e fraude processual.


A PF contou com o apoio técnico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no trabalho de localização e manuseio das amostras, que foram encaminhadas ao Ministério da Agricultura e Pecuária para análise.


Circulam postagens e textos em sites e fóruns que afirmam que Soledad Miller e o esposo dela identificado como Michael Edward Miller teriam ligações com entidades como a United States Agency for International Development (USAID), e iniciativas da “One Health” da Família Rockefeller. O fato ganha força pois ambos são judeus, e saíram impunes de maneira muito rápida.


Assista aos vídeos abaixo:




O caso ganhou grande repercussão nacional e internacional, tanto pela natureza pouco usual dos fatos quanto pela participação de uma profissional inserida no meio acadêmico.

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