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Após tiroteio em Parkland, na Flórida. Trump diz que notou-se claramente que o atirador Nikolas Cruz sofria de distúrbios mentais; E que não vai criar novas regras sobre venda de armas



Após mais um massacre ocorrido em escola, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o país precisa melhorar sua segurança escolar e lidar com o "difícil assunto da saúde mental".
O presidente falou da Casa Branca um dia após um ex-aluno com um rifle AR-15 abrir fogo em uma escola em Parkland, Flórida, matando 17 pessoas e ferindo mais 14. Foi o tiroteio mais mortal ocorrido em uma escola em cinco anos. A polícia diz que ele comprou a arma legalmente.


"Eu quero que vocês saibam que nunca estão sozinhos e vocês nunca estarão", disse Trump. "Vocês têm pessoas que se preocupam, que amam vocês, e que farão qualquer coisa para protegê-los".

Enquanto Trump discursava sobre a importância da saúde mental e das melhorias na segurança escolar, sua proposta de orçamento reduz os recursos do programa Medicaid — a principal fonte de financiamento federal para o tratamento de problemas de saúde mental. A proposta orçamentária do presidente republicano também corta em mais de um terço os repasses para a segurança escolar.
No ano passado, Trump derrubou uma regra criada por Barack Obama que dificultava o acesso a armamento para pessoas com problemas de saúde mental.
O presidente não falou sobre a possibilidade de criação de novas regras sobre a venda de armas. A Casa Branca disse que Trump pretendia mostrar "compaixão" com o sofrimento do país. 
Antes de ser candidato, Trump chegou a declarar apoio a regras mais rígidas, mas mudou de posição já durante a candidatura presidencial. A Associação Nacional de Rifles (NRA, na sigla em inglês) investiu mais de US$ 30 milhões na campanha de Trump.
Ele prometeu trabalhar com autoridades estaduais e locais para "ajudar a proteger nossas escolas e enfrentar o difícil assunto da saúde mental".

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