Jeffrey Edward Epstein o pedófilo e financista, que foi muito pior que a doutora Júlia da novela Os Mutantes da Record; Saiba como o agente do vindouro anticristo agia e manipulava o mundo através de informações privilegiadas dos Rothschild
Jeffrey Edward Epstein foi uma das figuras mais controversas do mundo financeiro e do crime organizado global. Conhecido por sua riqueza exorbitante, Epstein também foi acusado de crimes graves, incluindo abuso sexual de menores, além de alegadas ligações com serviços de inteligência, incluindo o Mossad, o serviço de inteligência de Israel. Sua rede de contatos incluía figuras poderosas do mundo político, empresarial e do entretenimento. Ligações com a família Rothschild. Todos os arquivos podem ser conferidos aqui.
Quem foi Jeffrey Epstein?
Jeffrey Epstein nasceu em 20/01/1953 na cidade de Nova York/NY, EUA, e construiu uma fortuna considerável através de investimentos financeiros com informações privilegiadas de uma das 13 famílias da dinastia Illuminati, além de manter uma rede de relacionamentos com figuras influentes. Sua mansão em Nova York, ilha privada no Caribe, a Saint James, e outras propriedades eram pontos de encontro de elites globais que praticavam abuso de menores e inúmeros rituais. Epstein foi preso em 2019 por tráfico de menores, mas morreu na cadeia em circunstâncias que ainda geram controvérsia, considerada oficialmente como suicídio.
Arquivos Vazados e Conexões com o Governo dos EUA
Desde o segundo semestre de 2025, arquivos confidenciais do governo dos Estados Unidos vazaram na internet, revelando detalhes que sugerem ligações de Epstein com agentes de inteligência e possíveis operações encobertas. Documentos indicam que Epstein tinha acesso a informações sensíveis, e há suspeitas de que ele possa ter sido utilizado como agente infiltrado para obter informações de figuras do alto escalão.
Epstein ganhou destaque após o pai do procurador-geral dos EUA, William Barr, ex-agente da CIA, e que tinha parentesco com uma das 13 famílias Illuminati, os Collins, contrataram Jeffrey Epstein como professor universitário de matemática nos anos da década de 1970, sem nenhum tipo de experiência na Dalton School. O agente do Mossad, que seria o pedófilo e financista dos anos 90, tinha 21 anos, quando o diretor da escola, Donald Barr, o contratou no início dos anos 70, com professor de cálculo e física. Relatórios falam de 1973 outros em 1974, quando Donald Barr deixou a escola.
Esses vazamentos também sugerem uma conexão de Epstein com o Mossad, alimentando teorias de que Epstein teria trabalhado como agente duplo, utilizando sua rede de contatos para atividades de espionagem internacional.
Envolvimento da Família Marinho, Moreira Salles, Família Setúbal do Banco Itaú, e a TV Globo em E-mails Vazados
Além das investigações envolvendo Epstein, vazamentos de e-mails de grandes corporações revelaram possíveis ligações entre a família Marinho, controladora da Rede Globo, e outros atores políticos e econômicos como a família Setúbal e os Moreira Salles. Alguns desses documentos sugerem uma rede de influência que atravessa os meios de comunicação e o poder político, embora muitas dessas informações permaneçam não confirmadas oficialmente.
As revelações sobre o caso também chegaram a afetar algumas celebridades e figuras poderosas no Brasil, como:
Bolsonaro;
Lula;
Arthur Casas;
Eike Batista;
Luma De Oliveira
Rede Globo;
Banco Itaú;
João de Deus
Lula e Bolsonaro: aparecem em algumas menções entre documentos e e‑mails que fazem parte dos arquivos de Jeffrey Epstein divulgados pelos EUA, porém não há indicação de envolvimento direto de nenhum dos dois em crimes ou em relação ao esquema de tráfico sexual de Epstein. O que existe são referências em conversas de terceiros sobre eles ou opiniões registradas nos textos agora públicos, não provas de conduta criminal.
Nos documentos, há e‑mails em que Epstein elogia Bolsonaro, descrevendo‑o em termos positivos sobre política brasileira de 2018, durante a campanha presidencial daquele ano. Em outras mensagens, aparecem comentários associados a trocas de impressões entre pessoas no entorno do caso (por exemplo, Steve Bannon falando sobre estratégias eleitorais), mas sem ligação formal ou prova de contato direto entre Bolsonaro e Epstein.
Em relação a Lula, outro trecho dos arquivos contém um e‑mail supostamente de Noam Chomsky mencionando que havia visitado Lula na prisão em 2018 como parte do movimento “Lula Livre” e o descrevendo como um “prisioneiro político importante”. Não há evidências de que Lula tenha mantido contato com Epstein; autoridades e pessoas envolvidas negaram qualquer ligação telefônica direta mencionada em certos trechos dos arquivos.
Alguns arquivos vazados, indicam que Epstein “queria que Bolsonaro tivesse morrido” durante a facada feita por Adélio Bispo em 06/09/2018, em Juíz De Fora/MG; Alegações nesse sentido circulam em redes e comentários não verificados, mas não constam em documentos oficiais liberados até agora. Mas pode haver posteriormente, pois ainda tem muita coisa pra ser divulgada.
Sobre o movimento “Lula Livre”
O Lula Livre foi um movimento político e social que, internacionalmente, contou com apoio de artistas, líderes e intelectuais (incluindo Chomsky), e que defendia a libertação do ex‑presidente Lula enquanto ele estava preso no âmbito da Lava Jato. Esse movimento aparece contextualmente nos e‑mails de Chomsky enviados a Epstein relatando suas atividades no Brasil.
CPF Brasileiro de Epstein feito em 2003, e casas na cidade de São Paulo-SP
Na Receita Federal há informação que a possibilidade de um estrangeiro solicitar inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) está prevista na Instrução Normativa 2.172/2024.
O órgão destacou ainda que qualquer medida relacionada ao CPF de uma pessoa estrangeira falecida — como é o caso de Epstein — só pode ser solicitada por:
inventariante, cônjuge, companheiro ou sucessor legal, no caso de haver bens a inventariar no Brasil; ou cônjuge, companheiro, parente ou beneficiário de pensão por morte, caso não haja bens a inventariar no Brasil.
Tentativa de ter cidadania brasileira
O bilionário chegou a conversar com a empresária e investidora alemã Nicole Junkermann — cujo nome aparece em diversos documentos ligados ao caso — sobre a possibilidade de obter cidadania brasileira.
Em uma troca de e-mails datada de outubro de 2011, Junkermann perguntou a Epstein se ele já havia considerado essa alternativa.
“Ideia interessante, mas os vistos podem ser um problema ao viajar para outros países”, respondeu o bilionário. No mesmo dia, eles teriam se encontrado no Ritz, hotel de luxo da rede The Ritz-Carlton.
Documentos divulgados pelas autoridades americanas mostraram que Epstein tinha um CPF brasileiro emitido em 2003 e registrado com endereço em São Paulo — algo que estrangeiros não residentes podem obter para realizar negócios no país, como compra de imóveis.
O CPF estava associado a um endereço de escritório de advocacia na capital paulista, que foi usado na transação imobiliária.
Imóvel em São Paulo: aquisição e venda
Apartamento na Vila Olímpia
Em 2003, Jeffrey Epstein comprou um apartamento no bairro nobre da Vila Olímpia, em São Paulo (SP) — um imóvel de cerca de 93 m² com dois quartos, dois banheiros e duas vagas de garagem.
O apartamento foi adquirido por cerca de R$ 245 mil na época e permaneceu no nome dele por aproximadamente dois anos.
Em 2005, ele vendeu o imóvel para outra pessoa — modelo e empresária — por valor inferior ao que havia pago.
O fato é citado em registros cartoriais obtidos por reportagens da BBC News Brasil e de outros veículos, e mostra que Epstein teve uma propriedade formalizada no Brasil.
Contexto investigativo
Relações no Brasil
Os documentos citam que Epstein chegou a tentar criar vínculos com empresários brasileiros e manter contatos com modelos no país, segundo e‑mails liberados pelo governo dos EUA.
O Ministério Público Federal (MPF) do Brasil abriu investigação para apurar essas possíveis conexões entre Epstein e pessoas ou organizações no país.
O arquiteto brasileiro Arthur Casas apareceu em conversas entre empregados de seu Studio e funcionários de Jeffrey Epstein.
Eles tentam marcar uma reunião via Skype entre Epstein e Casas para falar sobre a possibilidade de um contrato com o arquiteto.
As conversas deveriam acontecer online, mas a equipe de Casas fala dos dois se encontrarem na ilha particular de Epstein.
"Olá... Entendo que o Arthur gostaria de vir ver o Jeffrey na ilha dele, localizada ao largo de St. Thomas, por volta de 25 de janeiro. Ele precisará voar para o aeroporto de St. Thomas... de lá, podemos levá-lo para a ilha do Jeffrey (seja de barco ou de helicóptero, dependendo se o piloto estará na ilha ou não)... Por favor, me informe sobre os preparativos dele e ficarei feliz em ajudar! Obrigado(a)"
Casas realizou uma visita técnica ao local, acompanhado de uma arquiteta de sua equipe e não teve envolvimento com nenhum crime.
O nome do empresário Eike Batista aparece em alguns e-mails disponibilizados pelo governo americano.
Em um deles, uma pessoa desconhecida apenas diz “Eike Batista está aqui”, sem mostrar nenhuma resposta de Epstein. Nessa época, Batista era considerado o 7º homem mais rico do mundo pela Forbes.
Em outro e-mail, o sultão Sultan Ahmed bin Sulayem comenta sobre os negócios de Eike e fala sobre um projeto para construir um porto. Epstein respondeu essa mensagem dizendo:
"Sei que o Eike Batista procurou a Hutchinson para fazer uma joint venture em um novo porto no Brasil; ele está com problemas de caixa... algum interesse?".
Há também uma menção à ex-modelo Luma de Oliveira, que já foi casada com Eike até o divórcio em 2004.
Epstein mandou um e-mail para o ex-agente de modelos Jean-Luc Brunel dizendo “a namorada do Eike Batista? Você mencionou ela para mim”.
Brunel respondeu dizendo que “mencionei que Luma de Oliveira, ele já foi ou é casado com ela”, a mensagem foi enviada 8 anos após o divórcio dos dois.
“Onde você está?” foi o que Epstein perguntou para Ian Osbourne, um investidor britânico especializado no setor de tecnologia e próximo ao milionário.
Osbourne respondeu dizendo que estava no Brasil e descreveu sua agenda com algumas das pessoas mais poderosas do país.
Além de se reunir com Eike Batista, ele teve um encontro com a família Marinho, dona da Rede Globo.
Ele também disse que falaria com os “Marino”, que seriam donos do Itaú. Essa mensagem deve ser um erro de digitação, já que o Itaú pertence às famílias Setúbal e Moreira Salles.
João de Abadiânia, Oprah Winfrey e Conexões Espirituais além de morte dita como suicídio da mulher que denunciou João
João de Abadiânia, popularmente conhecido como João de Deus, foi um médium e espiritualista brasileiro que ganhou fama internacional, especialmente após receber visitas de celebridades como Oprah Winfrey. Sua amizade com figuras influentes alimenta especulações sobre possíveis ligações espirituais e ocultistas, especialmente considerando relatos de que ele teria tido contato com guias espirituais considerados maléficos por alguns.
Há rumores de que João de Abadiânia e Jeffrey Epstein poderiam ter compartilhado um mesmo "guia espiritual", indicando uma conexão de natureza espiritual ou simbólica entre eles, através de demônios e o rito à baal, alimentando teorias de conspiração envolvendo manipulação espiritual e controle mental em elites globais.
Planos de Epstein e a Criação de uma Pandemia
Documentos vazados também sugerem que Epstein tinha interesse em biotecnologia e possíveis planos para criar pandemias como forma de controle populacional ou manipulação global o que aconteceu com o Coronavírus-19. E-mails atribuídos a Epstein e outros membros de sua rede, incluindo Bill Gates, indicariam discussões sobre projetos de bioengenharia e estratégias de saúde pública que poderiam ser utilizadas em futuras crises sanitárias.
Embora essas alegações ainda não tenham confirmação oficial, elas alimentam teorias de conspiração de que Epstein estaria envolvido em planos de manipulação global por meio de crises de saúde, incluindo a eventual criação de uma pandemia.
Outros Casos e Figuras Envolvidas
Além de Epstein, outros nomes de destaque aparecem em investigações e vazamentos de documentos, incluindo figuras do mundo financeiro, político e do entretenimento. Essas conexões reforçam a hipótese de uma rede secreta de elites que operam nos bastidores do poder.
A ilha de Epstein, conhecida como "Ilha do Paraíso", tornou-se símbolo de encontros de poder e escândalos. Diversas figuras de destaque frequentaram esse local, incluindo:
Príncipe Andrew: O príncipe britânico foi acusado de abuso sexual de menores e de manter relações na ilha de Epstein. Ele nega as alegações, mas sua presença na ilha reforça os laços de Epstein com membros da realeza e da elite britânica.
Bill Clinton: O ex-presidente dos EUA foi visto várias vezes na ilha e em voos associados a Epstein. Embora Clinton negue envolvimento em qualquer atividade ilícita, registros de voos e encontros sugerem uma relação próxima entre os dois.
Hillary Clinton: Embora não haja evidências de participação direta, ela foi relacionada a viagens e eventos ligados a Epstein, alimentando especulações sobre suas ligações.
Stephen Hawking: O renomado físico foi também mencionado como visitante da ilha, embora não haja provas concretas de envolvimento em atividades ilícitas.
Donald John Trump – conhecia Epstein socialmente; não há prova de visita à ilha. Porém recebeu Melania como esposa, segundo informações recentes. Os documentos revelam uma nova alegação controversa sobre como Trump e Melania se conheceram, mas não confirmada e contestada, vinda de uma ex-assistente ligada ao círculo de Epstein.
Prince Andrew – acusado em processos civis; admitiu associação com Epstein e práticas ilícitas.
Ghislaine Maxwell – figura central no caso, condenada por tráfico sexual.
Alan Dershowitz – citado em acusações que ele nega. Mentor de Jared Kushner e o irmão Joshua na Universidade de Harvard.
Les Wexner – associado financeiro próximo de Epstein. Ex-CEO da Playboy
Naomi Campbell – participou de eventos sociais ligados a Epstein.
Chris Tucker – apareceu em logs de voo.
Kevin Spacey – também citado em voos.
Ghislaine Maxwell foi uma figura central no caso envolvendo Jeffrey Epstein, sendo amplamente descrita por promotores como sua principal colaboradora, recrutadora e facilitadora.
Quem é?
Ghislaine Maxwell nasceu no Reino Unido em 1961, filha do magnata da mídia Robert Maxwell. Após a morte do pai, mudou-se para os Estados Unidos, onde passou a circular em ambientes de elite em cidades como Nova York e Palm Beach — foi nesse contexto que conheceu Epstein.
Papel no esquema
Segundo as investigações e o julgamento:
Recrutamento de menores: Maxwell abordava meninas adolescentes, muitas vezes vulneráveis, oferecendo dinheiro, presentes ou oportunidades (como ajuda com estudos ou carreira).
Grooming (aliciamento): Ela ganhava a confiança das vítimas, normalizando comportamentos abusivos e preparando-as para encontros com Epstein.
Participação ativa: Testemunhos indicaram que ela também estava presente em abusos e, em alguns casos, participou diretamente.
Gestão da rede: Maxwell ajudava a organizar viagens, agendas e contatos, sendo descrita como uma espécie de “braço direito” de Epstein.
Julgamento e condenação
Em 2021, Maxwell foi julgada nos Estados Unidos e considerada culpada por vários crimes ligados a tráfico sexual de menores. Em 2022, foi condenada a 20 anos de prisão.
Importância no caso
Maxwell é vista como peça-chave porque:
Ajudava a manter o sistema funcionando por anos, conectando Epstein a vítimas e também ao seu círculo social influente.
Seu julgamento trouxe mais detalhes sobre como operava o esquema, embora muitos aspectos ainda permaneçam obscuros.
Diferente de Epstein (que *morreu antes de ser julgado), ela foi responsabilizada judicialmente, tornando-se a principal condenada no caso.
*versão dada pela imprensa, não houve enterro ou velório.
Envolvimento com o Lado Democrata, e o Lado Republicano, Jared Kushner e Steve Bannon
Um aspecto notório das investigações é o envolvimento de Epstein com políticos de ambos os lados do espectro político americano. Sua rede de influência parecia transcender linhas partidárias, incluindo doadores, membros do Congresso e ex-presidentes.
Entre os nomes mais citados nos e-mails de Epstein está Steve Bannon, ex-estrategista-chefe da Casa Branca e uma das figuras mais influentes do espectro conservador. As mensagens revelam que Bannon tinha contato frequente com Epstein, e seu nome aparece como uma das principais referências nos registros de comunicação de Epstein, alimentando especulações sobre sua relação com as elites de direita e grupos de poder.
Donald Trump e Jeffrey Epstein
A divulgação de milhares de documentos e e-mails ligados a Jeffrey Epstein reacendeu um dos escândalos mais sensíveis da política americana recente, ao trazer novas menções ao ex-presidente Donald Trump. O material, que inclui comunicações entre Epstein e terceiros, levanta questionamentos relevantes — mas também exige cautela na interpretação.
Os e-mails revelados indicam que Epstein alegava que Trump teria conhecimento da existência de exploração sexual de menores em seu círculo social. Em algumas mensagens, Epstein afirma que Trump “sabia das garotas” ou que teria convivido com uma vítima.
Ao mesmo tempo, os próprios documentos não apresentam evidência direta de participação de Trump nos crimes. Há, inclusive, elementos ambíguos: um dos e-mails sugere que Trump teria pedido a Ghislaine Maxwell que interrompesse comportamentos inadequados, o que pode ser interpretado tanto como indício de conhecimento quanto como tentativa de se distanciar da situação.
Outro ponto relevante é o tom pessoal de Epstein em relação a Trump. Em mensagens privadas, o financista faz críticas duras ao ex-presidente, chegando a descrevê-lo como “perigoso” e moralmente reprovável. Isso reforça que parte das alegações pode estar inserida em um contexto de conflito pessoal entre os dois, o que reduz a confiabilidade automática das declarações.
Do ponto de vista político, o episódio aprofundou a polarização em Washington. Democratas defendem que os documentos levantam dúvidas legítimas e justificam investigações mais amplas, enquanto aliados de Trump argumentam que houve seleção estratégica de trechos para fins políticos.
Da esquerda para a direita: Michael Bloomberg, Joshua Kushner, Jared Kushner e Ghislaine Maxwell em 2013
Jared Kushner, genro de Donald Trump, também teve contatos frequentes com Epstein, incluindo encontros em eventos sociais e negociações de interesse mútuo. Essa relação reforça a hipótese de Epstein atuar como um elo oculto entre diferentes grupos de poder.
No paradoxo entre a ficção e realidade, encontramos uma trama complexa que mistura elementos de poder, ambição e manipulação. Na novela "Os Mutantes Caminhos do Coração", exibida pela Record entre 2008 à meados de 2009, a personagem Doutora Júlia, uma reptiliana em forma humana, simboliza o lado sombrio da ciência e da tecnologia. Sua obsessão ao criar mutantes numa ilha isolada da sociedade, e ter manipula a vida das irmãs Maria e Samira, desde quando era apenas 2 bebês, uma foi adotada para um casal, e a outra criada no laboratório da ilha dos mutantes; Doutora Júlia ao ter desenvolvido um elixir da juventude, na metade da trama, que mudou a sua aparência ficando mais nova, ficcional, reflete uma busca pelo controle absoluto sobre a vida e a morte, uma tentativa de manipular os limites naturais da existência.
Por outro lado, Jeffrey Epstein, uma figura real marcada por sua ambição de transformar a humanidade através de tecnologia, IA e biotecnologia, representa uma versão contemporânea desse desejo de controle e imortalidade. Sua busca por alterar os seres humanos, muitas vezes envolvendo práticas obscuras e eticamente questionáveis, espelha a ambição da Doutora Júlia na novela escrita pelo autor Tiago Santiago.
O paradoxo surge ao imaginar que, enquanto a personagem fictícia conseguiu criar um elixir da juventude — possivelmente um paralelo ao controverso adrenochrome, extraídos sobre adrenalina, em crianças e bebês inocentes, por malditos pedófilos e alguns da elite que seguem os princípios de Ninrode —, Epstein também perseguia um objetivo semelhante de prolongar sua influência e vida através de meios tecnológicos e biológicos com biotecnologia, chips e inteligência artificial. Ambos possuíam uma mente diabólica, movida pelo desejo de manipular a vida para seus próprios fins e lucro, sem considerar as consequências éticas ou humanas.
A mente maléfica da Doutora Júlia e de Jeffrey Epstein revela uma obsessão por poder e imortalidade, uma busca que ultrapassa os limites morais e éticos. Na ficção, Júlia representa a personificação dessa ambição desenfreada, enquanto na realidade, Epstein simboliza os perigos de uma busca semelhante, que pode levar à destruição moral e social.
Assim, o paradoxo do caso Jeffrey Epstein com a personagem Doutora Júlia evidencia como a ficção muitas vezes espelha os aspectos mais sombrios da realidade, refletindo uma luta constante entre o desejo de transcendência e os limites éticos que definem a condição humana.
A música ¨Mesías¨ do cantor Guatemalteco Ricardo Arjona, lançada em 29/08/2000, na faixa 8 do álbum galería caribe, que antecipou o 11 de Setembro de 2001, e falou sobre a chegada do anticristo, e ainda teve uma menção no trecho final à Jeffrey Epstein. Em outras palavras Jeffrey Epstein endossou o anticristo, estando o financista morto ou vivo em algum lugar escondido.
Veja o trecho:
Se ha suicidado un magnate en la Gran Manzana
se lee en la portada del New York Times
y una nube de dudas le hacen sombra al sol.
Um magnata cometeu suicídio na Grande Maçã
se lê na primeira página do New York Times
e uma nuvem de dúvidas lança uma sombra sobre o sol.
Ligações de Jeffrey Epstein com o Chabad Lubavitch
A ligação entre Jeffrey Epstein e o Chabad Lubavitch, uma das maiores e mais influentes comunidades de Judaísmo Ultraortodoxo, através da amizade que possuía com Ehud Barak, ex-primeiro-ministro de Israel. Aqui estão alguns pontos que ilustram possíveis ligações ou associações, baseados em informações disponíveis até o momento:
Contatos e Redes Sociais: Epstein tinha uma extensa rede de contatos em círculos elitistas, incluindo figuras de diferentes origens religiosas e políticas. Algumas fontes sugerem que ele manteve contatos com membros de comunidades judaicas influentes, incluindo o Chabad Lubavitch, especialmente devido à sua habilidade de navegar em ambientes de alto nível social e político.
Eventos e Encontros: Há relatos de que Epstein participou de eventos e reuniões onde estavam presentes membros do Chabad Lubavitch. No entanto, não há provas concretas de que essas associações tenham sido de natureza secreta ou conspiratória, ou que tenham implicado atividades ilícitas por parte da comunidade.
Teorias da Conspiração: Algumas teorias sugerem que Epstein usava sua influência para estabelecer ligações com diferentes grupos de poder, incluindo o Chabad Lubavitch, possivelmente para proteger seus interesses ou ampliar sua rede de influência. Essas alegações, contudo, carecem de provas definitivas e muitas vezes são baseadas em conjecturas.
Contexto Histórico e Cultural: O Chabad Lubavitch é uma organização que promove o Judaísmo Ortodoxo e tem uma presença global significativa. Como muitos grupos religiosos e culturais, mantém relações com figuras influentes, mas não há evidências concretas de envolvimento direto de Epstein em atividades específicas dessa comunidade.
A divulgação recente de novos documentos oficiais e reportagens sobre Jeffrey Epstein reacendeu debates sobre o alcance de suas atividades, suas conexões políticas e possíveis vínculos internacionais — embora muitas alegações permaneçam contestadas ou sem comprovação definitiva.
De acordo com reportagem recente, uma entrevista antiga de Epstein à Steve Bannon, tornada pública pelo governo dos Estados Unidos, mostra que ele minimizava seus crimes sexuais e rejeitava a imagem pública de “vilão”. No material, o financista tenta relativizar as acusações, sugerindo que sua conduta estava sendo exagerada, o que reforça o padrão já observado de negação e autoproteção em declarações anteriores.
Paralelamente, documentos liberados no âmbito da chamada “Lei de Transparência dos Arquivos de Epstein” ampliaram o acesso público a milhões de páginas de registros oficiais, ainda que muitos trechos tenham sido censurados ou considerados inconclusivos.
Já reportagens de veículos internacionais como Middle East Eye e NewsBytes destacam alegações mais controversas, baseadas em supostos memorandos do FBI que interligam Jeffrey Epstein à Jared Kushner. Segundo esses relatos, uma fonte teria sugerido possíveis conexões entre Epstein e interesses de inteligência estrangeira, incluindo Israel, além de especulações de que figuras políticas — como Donald Trump — poderiam ter sido vulneráveis a influência indireta.
No entanto, essas alegações são amplamente contestadas. Autoridades israelenses e outras fontes oficiais negaram categoricamente qualquer ligação entre Epstein e o serviço de inteligência Mossad, classificando tais teorias como infundadas.
Além disso, memorandos do Departamento de Justiça e do FBI indicam que não há evidências conclusivas de uma “lista de clientes” ou de uma operação coordenada de chantagem envolvendo elites globais, contrariando narrativas populares que circularam nos últimos anos.
No campo político, novos documentos também trouxeram pressão adicional sobre figuras públicas. Registros de entrevistas do FBI incluem acusações não comprovadas envolvendo Trump em episódios do passado, embora essas alegações não tenham resultado em acusações formais até o momento.
O memorando diz que Trump foi "comprometido por Israel", que o pedófilo condenado Jeffrey Epstein trabalhou com a inteligência israelense, e que um grupo religioso judeu chamado Chabad-Lubavitch tentou sequestrar seu primeiro mandato.
O memorando, escrito em 2020, fazia parte de uma investigação do FBI sobre influência doméstica ou estrangeira sobre o processo eleitoral dos EUA. Ele se baseia em informações de uma fonte humana confidencial (CHS) e aparece entre um vasto acervo de arquivos relacionados a Epstein liberados pelo Departamento de Justiça dos EUA.
"O CHS informou que Chabad está fazendo tudo o que pode para cooptar a presidência de Trump", afirma o memorando sobre seu primeiro mandato.
Chabad Lubavitch, uma seita religiosa judaica fundada na Rússia, cresceu para cerca de 90.000 membros. Sua ideologia messiânica e ultraortodoxa tem sido repetidamente ligada à política colonial de colonos linha-dura na Palestina.
O memorando também faz referência à influência que a seita Chabad-Lubavitch exerce na Rússia.
"Chabad é basicamente judaísmo sancionado pelo Estado. "É usado por Putin para monitorar todos os oligarcas russo-judeus", acrescenta o memorando do FBI.
Berel Lazar, membro do Chabad e rabino-chefe da Rússia, atua no país desde a década de 1990 e foi descrito como "rabino de Putin".
Também identifica o genro de Trump, Jared Kushner, como apoiador da seita e uma força chave dentro do círculo íntimo de Trump.
"No dia em que Trump foi eleito presidente, Ivanka Trump e Jared [Kushner] estavam no túmulo do rabino Mendel Schneersom [nada orgânico], que era o rabino mais poderoso da rede Chabad", afirma o memorando.
As ligações de Jeffrey Epstein e Ariane De Rothschild
nos documentos recentemente divulgados relacionados ao caso de Jeffrey Epstein, aparece o nome de Ariane de Rothschild, uma banqueira suíça do grupo Edmond de Rothschild, em várias correspondências e anexos dos arquivos vazados, mas não há evidência nos documentos públicos de que ela tenha cometido qualquer crime.
O que os documentos vazados mostram sobre Ariane de Rothschild
Grande volume de emails com Epstein
Os arquivos públicos — mais de 3 milhões de páginas liberadas em janeiro de 2026 pelo Departamento de Justiça dos EUA — mostram que Ariane de Rothschild e Jeffrey Epstein trocaram milhares de emails, datados entre 2013 e 2016.
Correspondência pessoal e profissional
Essas mensagens incluíam conversas sobre questões profissionais, planos de encontros em Nova York e Paris, e até temas pessoais, como problemas conjugais ou eventos sociais — porém, nenhum dos documentos mostra que ela tenha participado de atividades ilegais associadas às acusações de tráfico sexual e abuso que formam o centro do caso Epstein.
Contrato financeiro de 2015
Um contrato datado de 5 de outubro de 2015 entre a empresa de Epstein (Southern Trust Company Inc.) e o Edmond de Rothschild Holding S.A., representado por Ariane de Rothschild, previa um pagamento de US$ 25 milhões por serviços de “análise de risco e algoritmos”.
Esse documento está entre os muitos liberados recentemente e faz parte do material judicial público — mas não implica que o serviço tenha tido qualquer ligação com crimes de Epstein.
xiste **uma menção em uma troca de e‑mails entre Jeffrey Epstein e Ariane de Rothschild que envolve uma história sobre Adolf Hitler e a família Epstein/Rothschild, mas é importante entender o contexto corretamente:
O que aparece nessa troca de e‑mails
E‑mail de 31 de dezembro de 2018 — Epstein envia uma mensagem a Ariane de Rothschild na qual ele conta uma história que ouviu numa aula sobre Adolf Hitler: segundo essa narrativa, quando Hitler era muito pobre em Viena antes da Primeira Guerra Mundial, ele teria vivido em um abrigo financiado por famílias ricas, incluindo os “Epsteins”, os “Rothschilds” e os “Gutmanns”. Epstein diz que isso seria “100 % verdadeiro”.
Resposta de Ariane de Rothschild — ela reage ao comentário, chamando de “patético” o uso de teorias conspiratórias que ligam as famílias a Hitler em termos de apoio à sua ascensão ou planos, e distingue isso da história sobre um abrigo na juventude de Hitler.
Princesas da Suécia e da Noruega envolvidas no arquivo Epstein
A Princesa Sofia, Duquesa de Värmland, esposa do príncipe Carl Philip da Suécia, foi mencionada nos arquivos relacionados ao falecido financista e condenado criminoso sexual Jeffrey Epstein, divulgados recentemente pelos Estados Unidos.
Segundo as reportagens, seu nome aparece porque ela conheceu Epstein em algumas ocasiões sociais no início dos anos 2000, quando ainda era aspirante a atriz e modelo em Nova York. As interações teriam ocorrido antes das condenações de Epstein, em 2005–2008, e, segundo o palácio sueco, foram breves e circunstanciais — encontros em restaurante e em exibição de filme, e não há indícios de qualquer relação continuada ou envolvimento posterior.
Em sua primeira declaração pública sobre o caso, Sofia disse que ficou sabendo dos crimes de Epstein muito depois e que está “grata por não ter tido nada a ver com ele desde aquelas poucas ocasiões em que tinha 20 e poucos anos”, enviando seus pensamentos às vítimas e desejando justiça.
O Palácio real da Suécia confirmou que ela foi apresentada a Epstein em cerca de 2005, por meio de uma mentora sueca, mas não manteve contato com ele nos últimos 20 anos e não recebeu ajuda dele para carreira ou vistos.
Princesa Herdeira Mette‑Marit da Noruega nos arquivos de Epstein
A Princesa Herdeira Mette‑Marit apareceu de forma bem mais intensa nos Epstein files divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA, sendo mencionada centenas (mais de mil) de vezes em documentos e e‑mails trocados com Epstein entre 2011 e 2014.
De acordo com esses registros, os contatos entre Mette‑Marit e Epstein incluíram troca de e‑mails frequentes, convites para encontros, e indicações de encontros sociais. Há relatos de que ela ficou por alguns dias na casa de Epstein em Palm Beach em 2013, além de diversas conversas que sugerem um grau de intimidade, elogios e planos de reunião.
Antes da divulgação desses arquivos, a princesa havia afirmado oficialmente que conheceu Epstein e depois cessou o contato em 2013, alegando que não tinha conhecimento completo de seus crimes e que tentou romper a relação ao perceber seu passado.
Após a divulgação, Mette‑Marit emitiu uma declaração pública reconhecendo que mostrou “má avaliação” ao manter contato com Epstein e disse lamentar profundamente essa relação, chamando a situação de “simplesmente embaraçosa”.
Diferentemente de Sofia, a relação de Mette‑Marit com Epstein é mais extensa, com correspondência contínua por anos mesmo depois da sua condenação por tráfico sexual de menores em 2008.
A história de Jeffrey Epstein é um exemplo de como o poder, a riqueza e o segredo podem se entrelaçar em uma teia complexa de crimes, espionagem e manipulação. Os vazamentos de arquivos revelaram apenas uma parte de um quebra-cabeça que ainda está sendo montado por investigadores e jornalistas.
É fundamental que as investigações continuem, com responsabilidade e compromisso com a verdade, para que as conexões entre esses personagens e suas redes de influência sejam esclarecidas de uma vez por todas, promovendo justiça e transparência na esfera pública.
Como a Ilha de Epstein funcionava
















