Lula apagou tweet em seu perfil, onde estava de óculos de realidade virtual da Chinesa Huawei, durante visita ao País Asiático do Dragão


Ao fim do primeiro dia de visita à China, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva postou em sua conta oficial no Twitter um resumo de suas atividades nesta quinta-feira, incluindo a visita à fábrica da Huawei , em Xangai. A postagem original, no entanto, tinha uma foto com um óculos de realidade virtual da marca, que rapidamente foi apagado. No segundo post, Lula não publicou a foto novamente.



 


Janja, também usou o equipamento e compartilhou no Twitter. O post continua no ar.


Na 5ª feira (13.abr), Lula foi recebido pelo presidente da Huawei, Liang Hua, e fez um tour no showroom da empresa. Entre os assuntos tratados na visita estão: tecnologia 5G e projetos para o 6G, telemedicina e educação. ESPIONAGEM Um relatório da CIA (Agência Central de Inteligência, na sigla em inglês) de abril de 2019 acusou o governo chinês de financiar a Huawei. Em contrapartida, a empresa colaboraria com o Partido Comunista da China com espionagem. Na época, o presidente da big tech, Liang Hua, disse que a Huawei não acessa dados de usuários nem nunca recebeu pedidos para fornecer informações ao Estado. Afirmou que se solicitações como estas fossem feitas, seriam negadas. “A Huawei apenas fornece equipamentos e não participa de operações de rede; portanto, não temos acesso aos dados do usuário”, assegurou. Mesmo assim, em 2019, uma série de sanções comerciais contra empresas chinesas, incluindo a Huawei, foram colocadas em prática pelo governo de Donald Trump. 


A Casa Branca afirmou que essas organizações teriam usado seus equipamentos para monitorar ou interromper as telecomunicações, ou outras infraestruturas dos EUA.


Em janeiro, o governo dos EUA deixou de conceder licenças de exportação às empresas norte-americanas fornecedoras da Huawei. Com as acusações de espionagem como pano de fundo, a decisão faz parte de uma disputa comercial entre norte-americanos e chineses. Antes, em junho de 2021, uma ordem executiva já havia proibido os norte-americanos de investirem em 59 empresas chinesas. Na lista estavam companhias como China Mobile, China Telecommunications, China Unicom, Hikvision e Huawei.

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