Em tempos onde somente o feminismo e o feminicídio são debatidos, a misandria também não pode ser esquecida; Jovem Roberto que sobreviveu por um milagre Divino, após a sua ¨amiga¨ ter abandonado ele e roubado pertences no Pico Do Paraná, evidenciam isto



Muitos homens são ruins? São, mas nem Todos. A maioria das feministas não lutam por direitos iguais, mas sim por superioridade, não tem como não começar essa matéria com a fala de uma feminista, que deu provas concretas de que a Misandria (que é o ódio, o desprezo ou o preconceito contra homens ou meninos. A misandria pode se manifestar de várias maneiras, incluindo a discriminação sexual, a difamação dos homens ou mais amplamente o ódio, o medo, a raiva e o desprezo aos homens. Numa luta feminista de pura exclusão parcial ou total dos homens.


A feminista em questão viralizou nas redes sociais, onde pediu pelo fim, de qualquer nascimento de bebês do sexo masculino, além da morte dos homens de outras idades, assista abaixo:


Um discurso verdadeiro de ódio e de divisão, mas a grande mídia tradicional ficou calada sobre.


E tal caso não foi isolado, 2025 foi marcado pelo aumento de casos de mulheres matando homens, enquanto o feminicídio é dito diariamente na tv, como já dizia um autor desconhecido: ¨homicídio não deve ter gênero, até porquê o primeiro, foi feito entre irmãos, quando Caim matou Abel, ambos homens.


O crescente casos de mulheres matando homens no Brasil, está em evidencia, mesmo com a opinião pública se negando sobre isto, relembre casos:






Entre outros casos que já ocorreram que infelizmente podem ocorrer, Qualquer um que pense fora dialética hegeliana de esquerda vs direita (azul vs vermelho) pode ver que há uma guerra declara contra os homens não letais. 


Os sintomas são


-queda na taxa de natalidade

- baixa taxa de casamento

- falsas alegações

- fraude de paternidade

- alienação parental


Além de um sistema judicial ginocêntrico...


Viveu um grande milagre, uma nova oportunidade que Deus lhe deu pra recomeçar. Roberto Farias Thomaz, de 19 anos passou por um grande e inesquecível experiência, após a amiga Thayane Smith o ter abandonado, e roubado pertences em trilha no Pico do Paraná.


Caso levanta questionamentos sobre negligência, abandono em ambiente de risco e condutas relatadas por sobrevivente


Roberto, de 19 anos, conseguiu sobreviver após passar cinco dias desaparecido na região do Pico do Paraná, no litoral do estado, depois de se separar da amiga com quem realizava a trilha. O jovem foi encontrado debilitado, mas consciente, após descer por uma área de cachoeira e pedir ajuda em uma fazenda da região.


Assista aos vídeos e entenda melhor o caso: 






Observem neste vídeo que a reação de Thayane não foi real, foi de algo como menos mal que ele não morreu, uma pessoa fria, incoerente. A melhor coisa que o Roberto pode fazer é cortar tal ¨amizade¨ com essa pessoa.


Segundo o relato do próprio Roberto a familiares e pessoas próximas, a situação teria começado após uma série de conflitos durante a escalada. Ele afirma que a amiga, identificada como Thayane, teria adotado uma postura hostil ao longo do percurso e, em determinado momento, se afastado, deixando-o sozinho em uma área de difícil acesso.


Descenso por cachoeira e pedido de abrigo


Desorientado e sem recursos, Roberto decidiu descer por uma cachoeira na tentativa de encontrar algum ponto habitado. Após dias caminhando, com alimentação e hidratação precárias, ele chegou a uma fazenda, onde foi acolhido por uma família que ofereceu abrigo e acionou ajuda.


O jovem apresentava sinais de exaustão, desidratação e desgaste físico extremo, consequência do tempo em que permaneceu isolado em ambiente de mata fechada e terreno montanhoso.


Alegações de furto e abandono


De acordo com o relato de Roberto, durante a separação ele teria ficado sem sua carteira e outros pertences pessoais, que estariam em posse de Thayane. Essa versão ainda não foi oficialmente apurada pelas autoridades e não há, até o momento, confirmação independente sobre as circunstâncias do desaparecimento dos objetos.


Familiares do jovem afirmam que tentaram contato com a amiga durante o período em que Roberto estava desaparecido, buscando informações que pudessem ajudar nas buscas.


Declaração atribuída gera indignação


Ainda segundo relatos de pessoas próximas à família, ao ser questionada sobre como se sentiria caso Roberto fosse encontrado morto, Thayane teria respondido: “Deus quis assim”. A declaração, cuja autenticidade não foi confirmada de forma independente, causou forte indignação entre familiares e amigos do jovem.


Relatos de misandria e comportamento hostil


Roberto também afirma ter sido alvo de comentários depreciativos relacionados ao fato de ser homem, o que ele e pessoas próximas classificam como atitudes de cunho misândrico ao longo da convivência e da escalada. Especialistas em comportamento social destacam que hostilidade verbal e desqualificação pessoal, especialmente em ambientes de risco, podem agravar conflitos e comprometer decisões seguras. Thayane não recebeu midiaticamente o debate público, se fosse uma situação inversa. Se Thayane se chamasse Thomaz, e Roberto fosse Roberta, de gêneros diferentes, a opinião pública televisiva estaria gritando aos 4 cantos, o ódio e tentativa de feminícidio, porém como foi contra um homem, foi apenas umea deslealdade de uma subida da trilha, além de outras passadas de pano.


Debate sobre responsabilidade em atividades de risco


O caso reacende o debate sobre responsabilidade, preparo técnico e solidariedade em trilhas e escaladas. Especialistas em montanhismo ressaltam que abandonar um companheiro em ambiente hostil pode representar risco grave à vida e contraria princípios básicos de segurança e ética em atividades ao ar livre.


 

Apesar do desfecho com vida, o episódio deixou marcas físicas e emocionais no jovem e na família. Que recepcionaram o sobrevivente com festa, na casa da família.

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