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O prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), vem sendo apontado com um possível candidato à Presidência em 2018. Seu nome já aparece nas pesquisas e ele pertence a um partido forte, cujos principais líderes estão enrolados nas denúncias da Lava Jato.
Segundo o jornal O Estado de São Paulo, Dória estaria ganhando o apoio de líderes do segmento evangélico, que hoje passa de 30% da população.
“Ele é um cara de família. Tem uma família ajustada. Isso é importante para nós. Muito pastor tem prestado atenção neste cara. E não é só pastor de São Paulo, é de todo o Brasil”, defende Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
O pastor Malafaia, na verdade, foi a primeira figura de peso a falar sobre a possibilidade de um “presidente Doria”. Em entrevista ao Estadão, afirmou agora que o prefeito paulista estaria mais próximo de conquistar o apoio da comunidade evangélica que o deputado Jair Bolsonaro (PSC/RJ). “Não acho que o Bolsonaro esteja preparado para ser presidente. Não basta ser honesto”, assegura.
Já o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, o deputado Takayama (PSC/PR) preferiu ignorar o fato que seu próprio partido pretende anunciar candidato, como fez em 2014, e disparou: “Se não houver nenhuma candidatura que se enquadre melhor no perfil do evangélico, acredito que o Dória pode ser um bom candidato”.
Ele não fez nenhuma menção ao fato de João Dória não ter vínculo com os evangélicos, nem advogar uma postura claramente conservadora, o que antigamente eram pré-requisitos para receber o apoio dos pastores.
Na análise do bispo Robson Rodovalho, da igreja Sara Nossa Terra, a eventual candidatura do tucano seria positiva pois ele acredita que o fator “novo” irá prevalecer em 2018.
Obviamente Dória não é consenso no fragmentado espectro político evangélico. Em especial por que já disse não pertencer a um partido de “direita”.
O apóstolo César Augusto, da Igreja Fonte da Vida, acredita que, embora haja esse ambiente propício para que surja o “novo” na disputa, não seria Dória. Afinal, ele ainda está iniciando uma carreira política. “Seria um pulo muito alto”, avalia.
Para César, o nome mais certo seria o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB): “É uma pessoa que já tem experiência. Ele ainda é uma esperança.”
É inevitável que desde que assumiu a Prefeitura de São Paulo, Dória busca aproximação com o segmento. Ele possui uma espécie de “assessoria religiosa” para auxiliá-lo e tem participado de cultos, além de procurar manter um bom relacionamento com líderes evangélicos.
O prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), vem sendo apontado com um possível candidato à Presidência em 2018. Seu nome já aparece nas pesquisas e ele pertence a um partido forte, cujos principais líderes estão enrolados nas denúncias da Lava Jato.
Segundo o jornal O Estado de São Paulo, Dória estaria ganhando o apoio de líderes do segmento evangélico, que hoje passa de 30% da população.
“Ele é um cara de família. Tem uma família ajustada. Isso é importante para nós. Muito pastor tem prestado atenção neste cara. E não é só pastor de São Paulo, é de todo o Brasil”, defende Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
O pastor Malafaia, na verdade, foi a primeira figura de peso a falar sobre a possibilidade de um “presidente Doria”. Em entrevista ao Estadão, afirmou agora que o prefeito paulista estaria mais próximo de conquistar o apoio da comunidade evangélica que o deputado Jair Bolsonaro (PSC/RJ). “Não acho que o Bolsonaro esteja preparado para ser presidente. Não basta ser honesto”, assegura.
Já o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, o deputado Takayama (PSC/PR) preferiu ignorar o fato que seu próprio partido pretende anunciar candidato, como fez em 2014, e disparou: “Se não houver nenhuma candidatura que se enquadre melhor no perfil do evangélico, acredito que o Dória pode ser um bom candidato”.
Ele não fez nenhuma menção ao fato de João Dória não ter vínculo com os evangélicos, nem advogar uma postura claramente conservadora, o que antigamente eram pré-requisitos para receber o apoio dos pastores.
Na análise do bispo Robson Rodovalho, da igreja Sara Nossa Terra, a eventual candidatura do tucano seria positiva pois ele acredita que o fator “novo” irá prevalecer em 2018.
Obviamente Dória não é consenso no fragmentado espectro político evangélico. Em especial por que já disse não pertencer a um partido de “direita”.
O apóstolo César Augusto, da Igreja Fonte da Vida, acredita que, embora haja esse ambiente propício para que surja o “novo” na disputa, não seria Dória. Afinal, ele ainda está iniciando uma carreira política. “Seria um pulo muito alto”, avalia.
Para César, o nome mais certo seria o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB): “É uma pessoa que já tem experiência. Ele ainda é uma esperança.”
É inevitável que desde que assumiu a Prefeitura de São Paulo, Dória busca aproximação com o segmento. Ele possui uma espécie de “assessoria religiosa” para auxiliá-lo e tem participado de cultos, além de procurar manter um bom relacionamento com líderes evangélicos.
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