Papa Leão XIV recebe de presente a “Esfera da Humanidade”, ORB verde de vidro de Murano ligada ao debate sobre inteligência artificial; SAIBA O QUE SIGNIFICA

Bastidores da net
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O Papa Leão XIV recebeu no Vaticano uma obra de arte criada para simbolizar a centralidade da pessoa humana em uma época marcada pelo avanço acelerado da inteligência artificial (IA). Batizada de “Sphere of Humanity” — “Esfera da Humanidade”, a peça é uma escultura de vidro de Murano, na cor verde, entregue ao pontífice durante uma audiência geral no início de setembro. 


A obra foi apresentada pela organização sem fins lucrativos Saint Peter for Humanity, que afirma trabalhar em torno da ideia de que todas as pessoas pertencem a uma mesma família humana. O presente foi concebido em conexão direta com a primeira encíclica de Leão XIV, Magnifica Humanitas, publicada em maio de 2026 e dedicada à proteção da pessoa humana na era da inteligência artificial. 


Uma esfera verde feita em Murano

A “Esfera da Humanidade” foi produzida artesanalmente em Murano, na Itália, pela tradicional fabricante de vidro Venini. Segundo informações divulgadas pela própria organização e por representantes envolvidos no projeto, a peça é soprada e moldada manualmente, fazendo com que o trabalho humano seja parte fundamental de sua própria construção. 


A escolha do vidro e do processo artesanal está diretamente relacionada à mensagem que acompanha a obra. A esfera é descrita como deliberadamente única, frágil e imperfeita, em contraste com a crescente capacidade das máquinas e dos sistemas de inteligência artificial de produzir resultados digitais em grande escala. 


No interior da escultura foram colocados trechos manuscritos da encíclica Magnifica Humanitas. Os textos abordam temas como dignidade humana, vulnerabilidade, solidariedade, consciência e os desafios provocados pelo desenvolvimento da inteligência artificial. 


O presente foi entregue ao Papa em setembro

Registros divulgados pela Saint Peter for Humanity mostram Leão XIV recebendo a obra no Vaticano em 2 de setembro de 2026. O presente foi apresentado durante uma audiência geral, com a participação de Olivier Francois, presidente e chairman da organização. 


A entrega ocorre em um momento no qual a relação entre tecnologia, inteligência artificial e dignidade humana ganhou espaço no pontificado de Leão XIV.


Em sua primeira encíclica, Magnifica Humanitas, o papa afirma que cada geração recebe a responsabilidade de moldar seu próprio tempo, de modo que a dignidade de cada pessoa seja protegida, a justiça seja promovida e a fraternidade seja possível. O documento também dedica uma parte significativa à inteligência artificial e às transformações provocadas pela tecnologia digital. 


A mensagem de “permanecer humanos”

A simbologia da esfera está diretamente ligada à preocupação expressa pelo pontífice com aquilo que diferencia a pessoa humana das tecnologias desenvolvidas por ela.


Na encíclica, Leão XIV sustenta que sistemas de inteligência artificial não possuem experiências corporais, não sentem alegria ou dor, não amadurecem por meio de relacionamentos e não possuem uma consciência moral humana. O documento também chama atenção para a necessidade de responsabilidade, transparência e supervisão no desenvolvimento e utilização dessas tecnologias. 


É nesse contexto que a “Esfera da Humanidade” foi apresentada ao papa. A peça procura transformar em um objeto físico uma discussão que normalmente ocorre no ambiente tecnológico: o que deve continuar sendo essencialmente humano à medida que a inteligência artificial passa a ocupar um espaço cada vez maior na sociedade. 


Olivier Francois afirmou que a organização reconhece os benefícios da inteligência artificial, mas entende que a humanidade precisa fazer parte da discussão sobre o futuro dessa tecnologia. Segundo ele, a proposta é que a IA esteja a serviço das pessoas, da dignidade humana e do bem comum. 


A ligação com a encíclica Magnifica Humanitas

A escolha dos textos colocados dentro da esfera não é casual. A peça foi criada justamente para estabelecer uma ligação visual e simbólica com a encíclica publicada pelo Papa Leão XIV em 15 de maio de 2026.


O documento tem como título completo “Carta Encíclica Magnifica Humanitas do Santo Padre Leão XIV sobre a salvaguarda da pessoa humana na era da inteligência artificial”. 



Na encíclica, o papa examina os efeitos da digitalização, da inteligência artificial e da robótica sobre a sociedade. Ele afirma que a tecnologia pode ser utilizada para curar, conectar, educar e cuidar, mas também pode contribuir para novas formas de divisão e injustiça. 



O texto também defende que o desenvolvimento tecnológico não seja tratado simplesmente como uma disputa entre aceitar ou rejeitar a tecnologia. Para Leão XIV, a questão fundamental envolve a forma como essas ferramentas são desenvolvidas, financiadas, reguladas e utilizadas e quais consequências produzem para as pessoas. 


“Codex Humanitatis” será discutido em Nova York

A entrega da esfera também está relacionada a uma nova etapa da iniciativa Saint Peter for Humanity.


A organização anunciou a realização, em 24 de setembro, em Nova York, de um encontro com cerca de 70 líderes de diferentes áreas, durante a semana da Assembleia Geral da ONU. O objetivo é iniciar a elaboração do chamado “Codex Humanitatis”, uma iniciativa voltada à definição de princípios para proteger valores humanos diante do avanço da inteligência artificial. 


Segundo a organização, os participantes deverão trabalhar em diferentes grupos e discutir temas como o futuro do trabalho, responsabilidade, integridade das informações, supervisão humana e proteção de crianças e famílias. A proposta prevê posteriormente um processo mais amplo de consulta antes da elaboração de uma versão final dos princípios. 


A iniciativa, portanto, coloca a “Esfera da Humanidade” como uma espécie de símbolo físico de uma discussão mais ampla que será levada a representantes dos setores de tecnologia, ciência, negócios, medicina, direito, religião e cultura.


Uma obra de arte como símbolo do debate tecnológico

O significado atribuído à escultura está também na maneira como ela foi produzida.


Enquanto a inteligência artificial pode gerar textos, imagens e outros conteúdos por meio de sistemas computacionais, a esfera foi produzida através de um processo artesanal que depende do sopro, das mãos e da experiência de um artesão. A própria Venini descreveu a peça como uma obra moldada pelo sopro humano e pelas mãos humanas. 


Essa característica tornou a escultura uma representação concreta do argumento que acompanha a iniciativa: mesmo em uma sociedade na qual as máquinas podem realizar tarefas cada vez mais complexas, a pessoa humana permanece no centro da discussão sobre os objetivos e os limites dessas tecnologias.


A esfera também reúne elementos considerados inseparáveis dessa discussão: fragilidade, imperfeição, criatividade, consciência e responsabilidade.


O papel da humanidade diante da inteligência artificial

O debate apresentado junto à obra não trata apenas da capacidade tecnológica da inteligência artificial, mas das consequências de sua utilização.


Na Magnifica Humanitas, Leão XIV destaca que a evolução tecnológica precisa ser acompanhada por responsabilidade, transparência e mecanismos capazes de identificar quem responde pelas decisões tomadas com auxílio de sistemas de IA. O documento também chama atenção para situações em que os processos internos desses sistemas são difíceis de compreender, dificultando a identificação de erros e responsabilidades. 


O papa também afirma que a inteligência artificial não deve substituir a responsabilidade humana. Para ele, mesmo quando as máquinas demonstram elevada eficiência, características como consciência, capacidade de discernimento, relações humanas e responsabilidade moral permanecem ligadas à pessoa. 


Nesse contexto, a Esfera da Humanidade, verde e produzida artesanalmente em vidro de Murano, passou a representar visualmente uma das principais questões presentes no início do pontificado de Leão XIV: como preservar a dignidade e aquilo que caracteriza a pessoa humana enquanto a tecnologia avança rapidamente.


Um presente que une arte, ¨fé¨ e tecnologia

A entrega da esfera ao Papa Leão XIV reúne, assim, três elementos que normalmente aparecem em debates separados: arte, fé e tecnologia.


A arte está presente na fabricação artesanal da peça em Murano. A dimensão religiosa aparece na entrega ao pontífice e na utilização de trechos de sua primeira encíclica. E a tecnologia está no centro da mensagem, diante do impacto crescente da inteligência artificial sobre o trabalho, a comunicação, a economia, a educação e as relações sociais.


A escolha de uma esfera também reforça a ideia de humanidade compartilhada que está no próprio nome da obra e da organização que a apresentou. A proposta é colocar a pessoa humana no centro de uma discussão que tende a ser dominada por conceitos técnicos, algoritmos, dados e capacidade computacional.


Para Leão XIV, conforme exposto na Magnifica Humanitas, o avanço tecnológico não elimina a necessidade de responsabilidade humana. Ao contrário, quanto maior o poder das novas ferramentas, maior se torna a necessidade de definir como elas serão utilizadas e a serviço de quem estarão. 


A “Esfera da Humanidade”, portanto, chegou ao Vaticano como uma obra de arte verde, feita à mão em vidro de Murano e contendo palavras do próprio Papa Leão XIV — uma representação física da discussão sobre a preservação da dignidade humana em uma era cada vez mais marcada pela inteligência artificial.


Mas o que de fato significa essa esfera verde e o que ela simboliza, vamos a análise: 


O Papa recebeu um artefato verde, uma esfera que foi chamada de a esfera da humanidade. Muitas pessoas entenderam como sendo algo estranho, mas não conseguiram encontrar o verdadeiro significado. E neste estudo eu estarei mostrando para você. Dentro da história do ocultismo, é contado que na queda de Lúcifer, uma joia caiu de sua coroa, tá? chamada joia de Lúcifer, uma joia de cor esmeralda, que quando caiu junto com a queda de Lúcifer se parecia com um meteorito. Esta joia é retratada como sendo muito importante dentro do ocultismo. Tanto que nós temos este quadro de 1909 que foi pintado por uma ocultista chamada Anam Mon von Racher. E aqui você veja, nós temos no lado esquerdo esta joia, a joia de Lucifer, que na ocasião eles chamam de graal, um dos grandes artefatos que representa os poderes de Lúcifer atuando na humanidade, que representa a rebelião, que representa a libertação dos seres humanos. E aqui nós vemos esse artefato verde. É interessante porque até no cinema eles passam esses simbolismos luciferianos de modo que parece algo inofensivo. Por exemplo, nós temos a história do Lanterna Verde, que é um superherói que tem uma joia verde que o concede poderes. E esse simbolismo da joia, da cor esmeralda ligada ao poder, ligada a portais, está muito presente nos filmes, está muito presente na cultura, pois eles estão passando justamente a ligação do poder da rebelião, de portais, de seres espirituais, de sabedoria com Lúcifer, com a joia de Lúcifer.


Inclusive, eu quero voltar para esse quadro que mostra a joia de Lúcifer, porque nele nós temos muitas coisas aqui que a gente pode analisar. Por exemplo, nós temos a Terra sendo representada aqui como tendo fundações e um domo, certo? E nesse domo nós temos seres espirituais que estão por todas as partes, né? Anjos, hierarquias, o que se assemelha muito com o que a Bíblia nos diz; Nós temos principados e potestades que atuam nas regiões celestes e é justamente o domínio desses anjos malignos, que se tornaram demônios. Eles estão por aí, certo? Eles estão muitas vezes em locais e nós pensamos ser estrelas ou meteoros e etc. Certo? Temos também algo que se assemelha com um OVNI aqui. E para os ocultistas, os ovnis e os alienígenas sempre estiveram presentes, certo? São entidades, são os anjos caídos. E no meio nós temos o sacrifício do Messias Original, Jesus Cristo, Yeshua. E para eles, esse sacrifício é algo ritualístico que deu para eles uma nova era que será usurpada através do anticristo. Eles dirão que o falso messias, o anticristo irá governar esta nova era com ajuda dos anjos caídos/demônios, o que essa ocultista chama nessa obra de submundo. O Anticristo irá abastecer os demônios dali. E acima da Esfera Verde que foi dada ao papa, podemos ver a figura de um pentagrama circunscrito, que é muito utilizado em rituais ocultistas. Ou seja, esta pintura traz a joia de lúcifer também traz muitas mensagens importantes. Quando a gente fala a respeito desta joia, deste meteorito verde, ele está ligado com várias outras questões dentro do ocultismo. Por exemplo, dentro da visão destes luciferianos, existe um deus chamado Tut de Atlântida. E ele possui as suas chamadas tábuas de esmeralda, que teriam sido feitas com um meteorito verde que caiu do céu, curiosamente, com aquilo que é chamado de joia de lúcifer. E essas tábuas elas possuem conhecimentos avançados a respeito das dimensões, a respeito da vida e da morte. Sabedorias que teriam sido entregues para poucas pessoas, para um grupo seleto de seres humanos. Então, quando a gente tem essa esfera verde sendo apresentada no mundo, né, através dos noticiários e o papa recebendo isso e isso sendo dado como sendo a esfera da humanidade, eles estão claramente nos dizendo que nós estamos chegando em uma era em que a humanidade está se fundindo com satanás. Uma outra questão curiosa é que orbes verdes, orpes da cor esmeralda, são muito comuns em aparições demoníacas. E isso inclusive vem sendo noticiado pelos arquivos americanos do que tange aos discos voadores, aos alienígenas, a toda essa enganação que está sendo agora vendida para o mundo. E voltando para a joia de Lúcifer, ela está ligada a várias questões, a várias tradições dentro do ocultismo e uma delas diz respeito ao Santo Graal. De acordo com os ocultistas, essa pedra, essa joia, ela poderia abrigar dentro dela uma substância que poderia tornar qualquer homem imortal. É claro, hoje nós estamos vendo como isso tudo não era apenas folclore. Nós temos várias tradições ocultistas falando sobre essa busca da imortalidade, até mesmo dentro da alquimia, que é uma das principais vertentes do ocultismo clássico medieval. Eles tinham como um dos objetivos alcançar a imortalidade através de uma espécie de poção. E a poção que nós estamos tendo hoje está sendo criada pela própria inteligência artificial. Ela possui um conhecimento que nós seres humanos não possuímos. É uma tecnologia que nós seres humanos não controlamos. é uma tecnologia que apenas os seres humanos estão dando o poder computacional e ela mesmo está construindo o seu código. E agora nós estamos vendo como ela está criando várias ferramentas genômicas mais precisas do que tudo que já vimos até aqui, que podem levar o homem à imortalidade biológica. E a própria matéria deixa claro que o Papa recebeu este artefato por conta de uma encíclica que ele havia feito há meses atrás, aonde ele alertava sobre os perigos da inteligência artificial e que com esta tecnologia nós estamos entrando em uma nova era. Então nós temos aqui tanto o simbolismo de lúcifer, eles dizendo que esse simbolismo agora representa toda a humanidade, uma ligação com a inteligência artificial, porque é claro, esta tecnologia era o que faltava para acelerar muitas das profecias do apocalipse até o ano de 2030, justamente o ano que recebeu uma Agenda contando desde 2015, a Agenda 2030. Tal esfera verdade também aparecia nos episódios de Heavy Metal (1981). Podemos dizer primeiro Simpsons dos anos 80.


A soma de todos os males se manifesta como uma esfera verde brilhante cujo poder infecta todos os tempos, todas as galáxias, todas as dimensões. Para alguns, ela aparece como um tesouro, uma joia verde que eles devem possuir. Outros a adoram como um deus. Poucos escapam dela. Mesmo na morte e através da morte seus poderes continuam. De guerra em guerra e mundo a mundo, ela parece invencível.

HEAVY METAL — o Universo em Fantasia (1981)


O pai abre a porta de sua casa com pisos maçônicos, sua filha desce as escadas e pergunta para o pai astronauta chamado de Grimaldi, você conseguiu trazer (a esfera verde) para mim? O pai responde: Vamos vê-la. A menina diz: Espere, espere por mim. Depois a filha pergunta: O que é isso? logo depois o pai quando abre a maleta espacial, a esfera verde cristalina mostra que tem vida, e ele é deteriorado até os ossos, neste episódio chamado de a Descoberta de Loc-Nar (THE DISCOVERY OF THE LOC-NAR) a menina não toca a esfera e fica na parede, a esfera pergunta se ela vai negar. Depois a esfera maligna diz que deixará a menina viver àquela noite, e irá contar tudo o que já fez de mal: ¨Você está sob meu controle. Olhe para mim. Eu sou a soma de todos os males. Olhe atentamente. Meu poder contamina todo o tempo.Todas as galáxias, todas as dimensões, mas muitos ainda me procuram. Uma joia verde eles devem possuir, mas veja como eu destruo suas vidas¨. A cena termina com seres do submundo num lixão sendo mortos também, ao tocarem em tal esfera.


“Virtual Insanity”, do Jamiroquai, completou 30 anos


A discussão sobre inteligência artificial também pode ser relacionada à cultura pop dos anos 1990. O videoclipe de “Virtual Insanity”, do Jamiroquai, liderado pelo vocalista luso-britânico Jay Kay, completou 30 anos em 19 de agosto de 2026.



Lançada originalmente em 1996, “Virtual Insanity” tornou-se uma das músicas mais conhecidas do Jamiroquai e ganhou notoriedade mundial também por seu videoclipe, dirigido por Jonathan Glazer. A produção apresenta Jay Kay em uma sala aparentemente comum, enquanto o ambiente ao seu redor parece se mover, criando uma atmosfera surreal e futurista.


O título da música — “Virtual Insanity”, ou “Insanidade Virtual” — e sua abordagem de um futuro dominado por transformações tecnológicas fizeram com que a obra permanecesse associada, décadas depois, a discussões sobre tecnologia e o impacto das mudanças provocadas pela sociedade digital.


Três décadas depois, a relação temática ganha um novo contexto com o avanço da inteligência artificial. Enquanto o videoclipe de 1996 apresentava uma visão artística de um mundo em transformação tecnológica, o debate contemporâneo envolve sistemas capazes de produzir textos, imagens, músicas, códigos e outras formas de conteúdo que anteriormente dependiam diretamente da ação humana.


A coincidência temporal também chama atenção: 30 anos após “Virtual Insanity”, o Papa Leão XIV recebeu a “Esfera da Humanidade”, uma obra concebida justamente em torno da reflexão sobre o papel do ser humano diante do avanço da inteligência artificial.


Assim, a celebração das três décadas do clipe do Jamiroquai acrescenta uma dimensão cultural à discussão apresentada pela esfera verde de vidro de Murano. De um lado, uma obra musical que marcou os anos 1990 com uma representação visual de um futuro estranho e tecnologicamente transformado; de outro, uma obra de arte entregue ao pontífice em 2026, em meio a um debate real sobre os limites, as possibilidades e as consequências da inteligência artificial.

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