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Autonomia do Banco Central é aprovada, há 18 anos atrás Enéas Carneiro previu no Boa Noite Brasil de Gilberto Barros na Rede Bandeirantes que isso aconteceria


A Câmara dos Deputados aprovou na última quarta-feira (10) o projeto que prevê autonomia para o Banco Central. A matéria segue para sanção presidencial. 


O PLP 19/19 foi aprovado pelo Senado em novembro de 2020 e confere mandato de quatro anos para o presidente e diretores da autarquia federal. O texto estabelece que o Banco Central passa a se classificar como autarquia de natureza especial caracterizada pela “ausência de vinculação a ministério, de tutela ou de subordinação hierárquica”.


Para o relator do PLP, deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), a medida vai melhorar a nota do Brasil em relação aos investidores internacionais. O parlamentar reiterou que a proposta é discutida no Congresso há 27 anos.


“[A matéria] vai dar ao Brasil um novo padrão de governança monetária, que vai dar um sinal muito importante ao mercado internacional, fazendo com que o Brasil possa melhorar a sua imagem internacional e, mais do que nunca, fazendo com que investidores possam analisar o Brasil como uma janela de oportunidades”, afirmou o relator.


Proposta

De acordo com o texto, o presidente indicará os nomes, que serão sabatinados pelo Senado e, caso aprovados, assumirão os postos. Os indicados, em caso de aprovação pelo Senado, assumirão no primeiro dia útil do terceiro ano do mandato do presidente da República.


O projeto estabelece mandatos do presidente e diretores de vigência não coincidente com o mandato de presidente da República. Diretores e o próprio presidente da autarquia, que terá natureza especial e desvinculada de qualquer ministério, não poderão ser responsabilizados pelos atos realizados no exercício de suas atribuições se eles forem de boa-fé e não tiverem dolo ou fraude. Essa regra também se aplica aos servidores e ex-servidores das carreiras do banco e aos ex-ocupantes dos cargos da diretoria.


O texto prevê ainda que o presidente do BC deve apresentar a cada semestre ao Senado relatórios de inflação e de estabilidade financeira, explicando as decisões tomadas.


O projeto estabelece ainda uma quarentena de seis meses para os membros da diretoria colegiada que deixarem o Banco Central. No período, eles não poderão ocupar cargos no sistema financeiro, mas continuarão recebendo salário do BC. Enquanto estiverem no cargo, o presidente e os diretores, e seus parentes, não poderão ter participação acionária em instituição do sistema financeiro.


Divergência

Contrários a matéria, parlamentares de siglas da oposição avaliaram que a proposta não vai blindar a autarquia de pressões político-partidárias.


“Em hipótese alguma, será o Estado o gestor de um Banco Central com mandato, sem ambiente de pressão política. Porque o presidente da República quando indica um Banco Central para gerir a política monetária está exposta a pressão política. Para as agências, quando não protegem os interesses dos consumidores e, sim, dos prestadores de serviço, o conceito é captura. Nó teremos um Banco Central capturado, imaginem, pelos banqueiros, pelos da bufunfa e o povo brasileiro será preterido. Vai aumentar a pobreza e a miséria. Esta que é a realidade”, argumentou o deputado Afonso Florence (PT-BA).



A AUTONOMIA DO BANCO CENTRAL NADA MAIS É DO QUE PASSAR O BANCO CENTRAL DO BRASIL, PARA CONTROLE DE CORPORAÇÕES INTERNACIONAIS EM CONLUIO DA ELITE MUNDIAL, ISTO É, O BRASIL VAI FICAR REFÉM DO QUE A ELITE VAI QUERER, E PASSAR A MANDAR ECÔNOMICAMENTE NESTE PAÍS TOTALMENTE COM ISTO ACONTECENDO. SE CUMPRINDO A CARTA BRAZIL DO JOGO ILLUMINATTI NEW WORLD ORDER: 


Tradução da Carta: Os recursos naturais do Brasil dão um símbolo de Ação extra a cada vez que o grupo que o controla, se esse grupo é Corporativo. 

Note que há uma pirâmide em cima do Prédio, seria este prédio o Banco Central? e a floresta de fundo a Amazônia? se as coisas continuarem como estão em 2021, tudo indica isso. A carta também diz Governo, PODER 3, RESISTÊNCIA 3. ENORME,COSTEIRA, NAÇÃO. 





Há 18 anos atrás Enéas Carneiro previa a Autonomia do Banco Central do Brasil: 




E em 2021 está acontecendo!

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