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Empresa que mais lucrou na pandemia do Coronavírus: Amazon cria sensor para pagamentos com a palma da mão para dar adeus ao cartões

 

O que falávamos aqui no começo da pandemia, está se tornando realidade. É questão de tempo deles dizerem que o dinheiro em papel, e físico, está ajudando ao C-19 se espalhar. E mais uma plataforma para as pessoas incautas se acostumarem quando a marca da besta chegar. 


A tecnologia mais recente da Amazon para tornar as compras mais rápidas permite que se faça pagamentos com a palma da mão em algumas de suas lojas.


Na terça-feira (29), (2+9=11 - Olha a Kaballah envolvida aí) a empresa lançou o Amazon One, que conecta a imagem da palma da mão aos dados armazenados de um cartão de crédito e permite colocar a mão sobre um leitor para entrar e comprar itens em lojas da Amazon Go, sem caixa. (Normalmente, os clientes usam um código em seus smartphones para abrir as portas eletrônicas nessas lojas.

A mando da direção do Jornal da CNN BRASIL às 16h42 horário de Brasília, a jornalista Daniela Lima dá um sorriso forçado, pois sua direção tem que prestar contas aos donos dos bancos, e aos Illuminati. (Foto Reprodução) 


Inicialmente, o recurso estará disponível em duas lojas Amazon Go em Seattle. Nos próximos meses a empresa planeja disponibilizá-lo em mais lojas Amazon Go, em outros endereços em Seattle, além de São Francisco, Nova York e Chicago. A Amazon ainda planeja oferecê-lo para outros varejistas e talvez, no futuro, para lugares como escritórios e estádios.


Dilip Kumar, vice-presidente de varejo físico e tecnologia da Amazon, disse à CNN Business que o Amazon One já estava sendo planejado muito antes da pandemia. Mas o momento pode ser positivo para a Amazon: os clientes podem achar conveniente ter uma tecnologia de entrada e pagamento sem contato, e as empresas, que estão cada vez mais procurando soluções tecnológicas para enfrentar a pandemia, também podem acha-la interessante.

No entanto, a ideia de entregar dados biométricos a um dos maiores varejistas dos Estados Unidos também pode causar espanto. A Amazon já foi criticada por defensores de questões de privacidade preocupados com o software de reconhecimento facial.


A Amazon disse em junho que suspenderia temporariamente a venda de seu software Rekognition para a polícia. Quando se trata de dados do Amazon One, Kumar disse que a empresa não armazena nenhuma informação localmente nos sensores de entrada nas lojas. Todas as imagens da palma da mão são criptografadas e a Amazon as armazena online.


A empresa escolheu propositalmente o reconhecimento da palma da mão em vez de outro dado biométrico porque ele tem muita precisão, e o cliente precisa fazer um gesto intencional para usá-lo, segundo o vice-presidente.


"Eu incentivo as pessoas a experimentarem, verem se elas gostam da experiência, e vamos seguir a partir daí", afirmou Kumar.


O Amazon One (que não deve ser confundido com o primeiro avião da empresa, também chamado de Amazon One) é o mais recente lançamento em meio a anos de tentativas para tornar as compras mais rápidas e convenientes. Sua chegada vem com muitas expectativas.


Antes de usar o sistema, o consumidor deve inserir um cartão de crédito em um dispositivo Amazon One e posicionar a palma da mão voltada para baixo, para que possa ser digitalizada. Para tornar o sistema o mais preciso possível, disse Kumar, uma câmera tira várias fotos das linhas e rugas da palma da mão e captura alguns detalhes subcutâneos, como veias, que não são tão visíveis em fotos comuns.


Após a inscrição, o cliente coloca a palma da mão sobre um sensor Amazon One para entrar na loja. Assim, tudo o que comprar será automaticamente cobrado no cartão de crédito conectado à sua palma da mão. Segundo Kumar, os consumidores poderão usar a mesma palma da mão para entrar e fazer compras em várias lojas.


A princípio, os clientes poderão vincular um cartão de crédito a uma ou ambas as mãos. Futuramente, pode haver a opção de atribuir um cartão de crédito para cada mão, disse Kumar.


O Amazon One está atualmente disponível em duas das lojas Amazon Go em Seattle, uma que fica na esquina da 7th Avenue com a Blanchard Street, e outra no bairro South Lake Union. A Amazon ainda não disse quando o sistema estará disponível em outros varejistas, nem quanto cobrará de outras empresas para usar a tecnologia.

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